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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

IRMÃO K - 05-11-2011 - AUTRES DIMENSIONS


Posted: 07 Nov 2011 07:43 AM PST

Eu sou IRMÃO K.

Irmãos e Irmãs na humanidade, que a Paz e a Unidade sejam nosso estado nesse Presente.

Eu venho a vocês no contexto de elementos que eu gostaria de dar-lhes e que se inscrevem da sequência lógica das minhas intervenções anteriores, referentes à Liberdade, a Autonomia, ao acesso ao desconhecido, o que eu desenvolvi, com relação a algumas Portas.

E, em particular, ATRAÇÃO/ VISÃO, o fogo da alma por oposição ao Fogo do Espírito, que será, esta noite, esclarecido por outros elementos que lhes foram comunicados e, particularmente, pelo princípio de Comunhão e de Graça.


Minhas reflexões serão focadas sobre o que resulta disso que lhes foi entregue e, talvez, para alguns de vocês, dado a viver e a experimentar.

Eu irei atrair sua atenção para uma série de pontos que, durante o período que é para viver, nesse momento, é capaz de facilitar-lhes, de algum modo, o que é para viver e para manifestar.

Isso se inscreve, também, na lógica do que lhes foi dado de novo, de maneira mais ampla, por um dos governadores da Intraterra, com relação ao “Eu sou Um” (ndr: ver “A Humanidade Que Começa”).

Recordemos, se vocês bem o desejam, primeiramente, sobre o plano histórico da humanidade em encarnação (em todo caso, para o que nos é acessível, nesta faixa da História e sem voltar muito longe), unicamente em relação ao vigésimo século.

O século XX viu nascer vários ensinamentos, visados ou com tendências para o espiritual, através da revelação (de diversas origens) de elementos constitutivos da alma, de elementos ligados à encarnação e aos princípios do Espírito.

Vários ensinamentos foram encarnados, naquele momento, e foram experimentados, cada um em seu domínio, transmitindo-lhes um princípio, de leis, de exercícios, de ensinamentos.

Naturalmente, para aqueles de vocês que reconheceram minha presença, é evidente que eu participei também, à minha maneira, deste conjunto de coisas que foram entregues durante o vigésimo século.

A maioria de vocês estava presente, é claro, no vigésimo século e teve, talvez, a oportunidade de seguir, de ler ou de praticar certo número desses elementos que lhes foram comunicados.

Eu quero chamar sua atenção para uma série de pontos que são, parece-me, importantes para o que é para viver no estabelecimento da Consciência Unificada, através da Graça, da Comunicação, do “Eu sou Um” e do aumento do aparecimento da Luz Vibral, em meio à humanidade.

Eu inscreveria isso no contexto de um mecanismo Interior, se possível evitando fazer qualquer referência aos acontecimentos, é claro, que se desenrolam, exteriormente, na Terra, sobre a Terra, porque eles são apenas o reflexo do que acontece, evidentemente, na Consciência do Homem.

Como durante minha vida, eu insistirei, intensamente, sobre esse princípio que, se ele é seguido, irá permitir-lhes descondicionar, na totalidade, todo conhecido, toda certeza, com relação às crenças que os levam a seguir um ensinamento, uma pessoa ou um conjunto de regras.

Conhecer as leis da alma, conhecer a História, conhecer os exercícios não basta, porque isso jamais irá propiciar a Liberação, em meio à Unidade e à Alegria.

Existem alguns obstáculos que estão diretamente conectados a crenças que são manifestadas pelo ser humano, quaisquer que sejam essas crenças (seja um modelo espiritual, um modelo filosófico ou religioso).

Eu disse e repito que a crença é, certamente, o que os afasta, ainda mais, da Verdade.

Porque a partir do momento em que vocês fazem sua uma verdade, que vocês não tenham vivenciado, mas oriunda de uma experiência, qualquer que seja (mesmo se esta experiência seja verdadeira), jamais irá lhes conferir a possibilidade de viver a experiência da Verdade.

A crença pode estar situada exatamente ao oposto da experiência.

Hoje, tudo contribui, nisso que lhes foi dado, para fazer viver sua própria experiência.

Experiência, naturalmente, que se inscreve bem além de mecanismos intelectuais, bem além de mecanismos de compreensão.

Porque é o próprio mecanismo da experiência que os tornará Livres, visto que o conjunto das crenças, que vocês manifestaram em sua vida, jamais pôde, é claro, liberá-los do que quer que seja.

Não há qualquer meio, para o ser humano, enquanto ele adere a uma crença exterior ou a um mestre exterior, de poder manifestar sua Verdade, porque enquanto vocês seguem uma verdade exterior (enquanto dogma ou crença), vocês não podem viver a experiência desta Verdade.

Existe, então, neste nível, um mecanismo de revolução Interior a adotar e que, eu devo dizer, é grandemente facilitado por um aspecto que não estava presente (ou, em todo caso, nos três quartos do vigésimo século), que é o impacto da Luz Vibral sobre a Vibração da própria Consciência e, portanto, sobre a própria Consciência.

Ver uma paisagem do sol jamais será a vivência do Sol.

Ver uma imagem, qualquer que seja, jamais irá permitir-lhes tornar-se a imagem.

Tanto nos mecanismos íntimos da imagem e de sua elaboração, como na realidade do objeto que permitiu construir a imagem.

E eu entendo, é claro, por imagem, qualquer mecanismo, não somente visual, mas inscrito em uma representação, qualquer que seja, presente em todo ser humano.

Enquanto existe a menor representação da Luz, enquanto existe uma representação imaginada da Vibração, enquanto existe uma aceitação do que não é vivido, vocês não podem viver a experiência do que vocês desejam viver.

Enquanto vocês seguem uma autoridade exterior, mesmo a mais justa, a mais honesta, a mais sincera e a mais autêntica, vocês não podem ser seu próprio caminho e manifestar a Vibração do seu caminho.

Existe um momento em que, mesmo através do que lhes foi comunicado (por exemplo, por UM AMIGO, com relação ao Yoga da Unidade) (ndr: ver a coluna “protocolos a praticar”), há um momento em que lhes é preciso libertar, aí também, esses elementos que lhes foram dados, não como objetivo ou finalidade, mas sim como elementos permitindo aumentar a Vibração da Consciência e, então da Consciência.

Mas chega um dado momento em que vocês não são mais esta Vibração da Consciência, em um determinado ponto do corpo, mas onde o conjunto da Consciência torna-se esta Vibração e lhes permite, portanto, sair da limitação.

Vocês não podem viver o ilimitado (assim como vocês não podem viver o Amor ou a Luz) por uma adesão ao que quer que seja, por uma prática, qualquer que ela seja, por qualquer confinamento em meio a uma prática, em meio a uma adesão.

Enquanto vocês não estão livres, integralmente, vocês não podem viver a Luz, integralmente.

Obviamente, existem mecanismos (didáticos e pedagógicos) que os guiaram a liberar certo número de obrigações, ligadas, justamente, às crenças, a diversas subjugações, a diversos confinamentos.

O papel dos Arcanjos, nesse nível (e o seu papel, é claro, e o nosso), foi importante para impulsionar, em meio à humanidade, esse mecanismo da experiência da Luz, da experiência Vibral, conduzindo à sua Liberdade e à sua Liberação.

Hoje, quando nós lhes dizemos, uns e outros, que tudo é Um e que tudo está interligado, o paradoxo é que vocês não podem viver esta interligação enquanto existe a menor ligação.

O fato de viver a Unidade e de ascender à Consciência Unitária, apenas pode se fazer se a conexão estiver Livre de qualquer ligação.

Porque esta conexão não é uma ligação, mas uma ressonância particular, em um estado particular da Consciência, entre o objeto e o sujeito considerado como exterior, entre dois sujeitos ou dois objetos que estão totalmente liberados de qualquer ressonância de ligação, para viver a própria conexão, denominada Comunhão.

A Comunhão, como isso lhes foi dito, é o meio de viver o Serviço, de viver a Liberdade, de viver o Amor.

Porque esta ressonância de conexão não se estabelece mais segundo as regras convencionais desta Dimensão, mas transcende, inteiramente, os elementos constitutivos desta Dimensão, bem além do corpo e da alma, fazendo-os ou tentando fazê-los penetrar, por sua experiência, profundamente, no mundo do Espírito.

Eu tive a oportunidade de exprimir o que diferenciava o fogo da alma e o fogo do corpo, voltados para o ego, do Fogo do Espírito.

O fogo da alma e o fogo do corpo confinam e nada resolvem.

O Fogo do Espírito libera, porque ele consome o que deve ser consumido, permitindo-lhes encontrar a Liberdade e a realidade do Ser final, que vocês são, e que nós somos, todos, na Verdade.

As ligações, as crenças, as certezas, que não são uma experiência, não têm qualquer valor para a Unidade e não permitem ninguém viver a Unidade.

A Unidade se vive a partir do instante em que o conjunto das crenças encontra-se totalmente dissolvido ou, quando menos, não eficiente no momento de sua meditação, no momento do seu presente.

Dito de outra forma, o Espírito não depende que qualquer passado e não é responsável por qualquer futuro.

O Espírito é livre de todo condicionamento, livre de toda Dimensão, e a Consciência é o agente.

Enquanto a Consciência estiver inscrita nos modos de funcionamento do confinamento, ou seja, do corpo de desejo, da personalidade, da expressão de uma vontade, qualquer que ela seja, mesmo do bem, enquanto existir, neste mundo, uma atração da alma e do corpo para o estabelecimento de certo número de leis às quais ele precisaria se conformar, o Espírito não pode ser encontrado.

E, portanto, a Luz Vibral não pode se estabelecer, por completo.

Desde algum tem

po, um Arcanjo lhes falou do Abandono à Luz (ndr: diferentes intervenções de ANAEL). Nota André: Recomendo a leitura - TENTANDO ENTENDER O MOMENTO ATUAL E O ‘ABANDONO À LUZ’ - Autres Dimensions.

Hoje, uma nova etapa pode ser percorrida, a partir do momento em que vocês saem dos condicionamentos da vontade de ajudar, dos condicionamentos de querer curar, mas, sim, quando vocês focam sua atenção, unicamente, no estabelecimento desta comunhão de Espírito a Espírito, de Coração a Coração, se vocês preferirem, que lhes permite, por esta conexão e esta ressonância, escapar às ligações condicionantes da personalidade, às ligações condicionantes da alma e, então, possibilitando a vocês, como disse nosso Comandante, sair de todos os contratos ilusórios, estabelecidos pela alma e estabelecidos pelo corpo, mas que os impediam, literal e objetivamente, de viver a experiência do Espírito.

O que deve se manifestar, neste mundo e em vocês, é a Realidade e a Verdade do Espírito.

O Espírito que, eu os lembro, criado perfeito, não pode ser alterado, de maneira alguma, nem pela encarnação, nem pela personalidade, nem pelos jogos da alma que não está ainda voltada para o Espírito, mas que participa da encarnação e das forças que encarnam (tais como eu as nomeei: Prometéicas ou Luciferianas).

Dessa maneira, então, liberar-se do conhecido e ascender à Liberdade apenas pode se fazer quando há um Abandono total de todos os preconceitos, de todos os condicionamentos, de todas as crenças, mesmo as mais lógicas, em meio a este mundo.

Porque, obviamente, a Verdade não é deste mundo, mesmo se ela ali penetra, atualmente.

Ela não vem para iluminar o mundo, mas para pôr fim a certo modo de mundo que não é Unitário, nem qualificado para viver a Verdade.

A atitude Interior é então, de algum modo, uma atitude que os faz apreender-se das ajudas da Comunhão, do “Eu sou Um”, da Graça.

Como elementos que lhes permitem verificar, uns com os outros, e o Um através do outro, que a realidade do Espírito e da Unidade do Espírito é bem o que é para viver, hoje, bem mais do que a adesão a qualquer discurso que seja, a qualquer religião que seja, a qualquer salvador que seja.

Não há caminho fora da Luz.

Naturalmente, é o que proclama o conjunto dos mestres, o conjunto das religiões e o conjunto das diligências ligadas à espiritualidade, tal como foi vivido durante milênios e tal como foi modificado, eu diria, no decorrer do vigésimo século.

Vocês não podem ser Livres enquanto vocês estão submissos.

Vocês não podem ser Livres enquanto existe um contrato ligando-os a este mundo.

Isso é um mecanismo da Consciência e não se refere, necessariamente, à vivência, porque naquele momento, se isso fosse vivenciado unicamente como uma liberação de contratos, sem, no entanto, compreender o sentido, isso não iria se traduzir por qualquer vivência de Liberdade e, sobretudo, por qualquer Liberação.

A Liberação do confinamento não é uma visão do Espírito, nem uma visão da alma, nem uma visão do corpo, mas, sim, um estado da própria Consciência, passando da limitação e do confinamento, ao ilimitado e à Liberdade.

Isso apenas se realiza, concretamente, quando vocês não estão mais apegados a este mundo, enquanto estando, como dizia o CRISTO, sobre este mundo.

O princípio da Graça somente se estabelece quando vocês aquiescem à sua própria Liberação.

Porque, enquanto vocês não são Liberados e enquanto vocês não aceitam a Liberação, é, evidentemente, em vão declamar ou proclamar qualquer Liberação.

Eu entendo por Liberação o final da Consciência limitada, ou seja, o acesso à Vibração da Unidade, no Si ou, ainda, no corpo de Estado de Ser.

E isso não é um trabalho, isso não é alguma coisa a realizar, mesmo se os exercícios, ainda uma vez, que lhes foram propostos (por exemplo, no Yoga da Unidade), podem ser-lhes de ajuda.

Mas isso é apenas uma ajuda.

Isso jamais será uma finalidade, enquanto tal.

Porque, em última análise, e como isso lhes foi dito de diferentes maneiras, há apenas vocês, e somente vocês, que podem passar a Porta Estreita.

A Porta Estreita, chamada de diferentes modos (Crucificação, Renúncia, Abandono), irá traduzir, sempre, a única e a mesma Verdade, que, enquanto vocês não são Livres, vocês não podem ser Liberados.

E ser livre é libertar-se do conjunto de suas crenças, é considerar e viver a experiência da Liberdade a mais absoluta.

Naturalmente, o ser humano vive, como vocês sabem, em uma forma de prisão que não há Consciência.

Vários mestres, no passado, exprimiram-lhes isso e pensaram (com justa razão para eles, mas simplesmente errado para os outros) que eles podiam conduzi-los, através do que poderia ser denominado uma ‘iniciação’ ou próximo disso, a viver sua própria Liberação.

A partir do momento em que um ato é feito de modelo, a partir do momento em que um mestre exterior ou um guru ou aqueles que o seguem (que vão, evidentemente, transformar sua mensagem inicial), vai querer ser aplicado e seguido, naquele momento, é impossível viver a Liberação e a Liberdade.

Muito pelo contrário, é um fator suplementar do confinamento.

A Liberdade e o desconhecido não podem se encontrar no conhecido.

É preciso, então, liberar-se, integralmente, de tudo o que lhes é conhecido.

E eu entendo por ‘conhecido’ todo sistema de adesão ou de crença, todo princípio ao qual vocês aderem, de uma maneira ou de outra.

Enquanto vocês creem ser este corpo, vocês não podem sair deste corpo.

Enquanto vocês creem que a Luz se encontra neste mundo, vocês não podem encontrar a Luz.

A Luz chega a este mundo, mas a Luz ficou ausente deste mundo desde tempos imemoriais.

É o próprio princípio da ruptura, do esquecimento, da queda (como isso foi nomeado por algumas religiões), tendo-os feito esquecer a dimensão do Espírito, até mesmo negá-la e até chegar, nesses tempos, onde o conjunto da humanidade nem mesmo acredita mais na existência de qualquer alma ou de qualquer continuidade.

E isso não é melhor ao nível das crenças de tipo oriental, onde existem princípios de leis aplicáveis a esta matriz, chamada de karma (ação / reação) e algo que é muito caro aos espiritualistas de todos os tipos, que eu chamaria de livre arbítrio.

Em meio à Liberdade, em meio ao Espírito, não há o que fazer do livre arbítrio.

O livre arbítrio é o álibi, dado pela personalidade, para aproximar-se de uma luz qualquer, tão ilusória como a personalidade.

A Liberdade não envolve nem a personalidade, nem o livre arbítrio.

A Liberdade é a Liberdade.

Ela é o final do confinamento, o final da partição, o final das crenças e o início da experiência da Unidade.

Mas para viver o início da experiência da Unidade, é preciso, efetivamente, Liberar-se, na totalidade.

A problemática é que o ser humano está convencido de que ele se libera dos confinamentos que lhes são acessíveis, como, por exemplo, de um sofrimento ligado a um trauma vivenciado, qualquer que seja, estudando esse trauma, analisando-o, tendo a compreensão, tendo o conhecimento e depois, por diferentes técnicas, perfeitamente estudadas durante o vigésimo século, liberar-se deste elemento.

Mas se liberar deste elemento não libera, no entanto, o Espírito, mas confina, ainda mais, a alma nos princípios de ação / reação ligados ao mundo da ATRAÇÃO / VISÃO, da ilusão Luciferiana, do livre arbítrio, da ilusão Prometéica, do renascimento eterno em meio a este mundo.

O Espírito não conhece as leis da matéria.

A matéria não conhece as leis do Espírito.

A alma conhece apenas as leis da matéria, aplicáveis a este universo e a esta Dimensão.

Muitas vezes foi dito que as leis do Espírito não são as leis da matéria.

Foi dito, também, que o que está no alto é como o que está embaixo.

Mas o que está no alto não é um limite, é uma restrição.

Esta restrição apenas traduz, simplesmente, o alto e o baixo de um confinamento.

Porque fora do confinamento, em meio ao Espírito, não existe nem alto nem baixo, nem dentro nem fora, nem esquerda nem direita, nem bem nem mal.

A consciência confinada e limitada, adepta, ainda, de caminhos espirituais, inscritos em diferentes modelos, não pode conceber outra coisa senão o que lhe é conhecido.

Ela não pode conceber, esta consciência, que existem universos onde o confinamento não existe, ou seja, onde o princípio do bem e do mal não pode existir, onde o princípio do que é chamado de alto e de baixo não existe, porque, naquele momento, somente existe a Luz.

Não a luz vivenciada no exterior, não uma luz vivenciada com a ilusão do 3º olho, não uma luz vivenciada, eventualmente, com a visão etérea, mas a Luz vivenciada enquanto Consciência total do Ser, o que é profundamente diferente.

Enquanto a luz é concebida e vivenciada como um objetivo e uma finalidade a ser alcançada, esse objetivo apenas se afasta, de vida em vida.

E nós chegamos, de maneira muito lógica, ao que foi chamado de final da idade sombria ou Kali Yuga.

O Espírito apenas pode se encontrar durante um momento, ou um instante, em que vocês não estão mais neste tempo, sem, no entanto, evitar este tempo e este mundo.

É o momento específico onde vocês percebem e conscientizam seu próprio confinamento.

Então, é claro, a experiência inicial, considerando o que aconteceu para vários místicos, em todas as tradições, considera este acontecimento inicial como o mito que vai permitir realizar, real e concretamente, o Despertar, fazendo realmente escapar à matriz, à alma, ao corpo, enquanto estando presente no corpo, na alma, mas tendo revelado o Espírito.

O Espírito não está em outros lugares senão Aqui e Agora, mesmo se existe uma contrapartida da Consciência (chamada de corpo de Estado de Ser), presente no Sol, e que irá sobrepor-se, no momento oportuno, com o conjunto das estruturas ilusórias e confinantes.

Viver o Espírito não pode ser assimilado a qualquer outra experiência, porque o Espírito, quando ele é vivenciado, confere a liberdade e confere certo número de elementos que não podem ser obtidos por qualquer ascese (qualquer que ela seja), por qualquer crença.

Porque os estados atingidos, naqueles momentos, são apenas efêmeros e não podem perdurar e, em todo caso, não permitem viver o Espírito de maneira permanente e ilimitada.

A liberação que está em andamento, hoje, em vocês, se vocês a aceitam, como para o conjunto da humanidade, é bem uma liberação final, no sentido onde haverá um antes e um depois.

Este antes e este depois se inscrevem em uma duração de tempo, aí também, como vocês sabem, cada vez mais estreita, cada vez mais fulgurante, que os levará a posicionar-se, enquanto Consciência, nesta Luz ou fora desta Luz.

Mas vocês não poderão mais, uns como os outros, ignorar o princípio de conexão à Luz.

O que mudará de qualquer maneira toda a vida da própria Consciência, que ela se realize em meio a um mundo dito de carbono ou em meio a mundos totalmente livres, ou, ainda, em meio ao que é chamado de ‘dissolução na Luz’.

Enquanto vocês não aceitam o princípio de Liberdade total, obviamente, a Liberdade total não pode se revelar.

Enquanto vocês não respeitam (não como contexto, mas como princípio dinamizador) o que foi denominado os Quatros Pilares do Coração, vocês não podem escapar aos condicionamentos da personalidade.

O conjunto dos Pilares, o conjunto do que lhes foi desenvolvido sobre a Transparência, sobre a Humildade, a Simplicidade e o Caminho da Infância ou a Pobreza, são, estritamente, os Pilares que lhes permitem desengajar-se, plenamente, da ilusão das crenças.

Viver isso é um grande passo para a Liberdade e para a Liberação, mas não é a Liberação.

Na realidade, chegará um momento em que se colocará, em vocês mesmos, se isso já não ocorreu, a questão que vocês irão se colocar a si mesmo: vocês estão prontos a tudo perder para viver a Verdade?

Vocês estão prontos a fazer desaparecer o conjunto das ilusões, personalidade, corpo, ligações, apegos, seduções deste mundo, para viver a Luz?

É a isso que vem chamá-los a FONTE, no que foi denominado a Promessa e o Juramento.

É a isso que o conjunto dos elementos que lhes foram comunicados, de maneira Vibral e de maneira de ensinamento, se o podemos dizer, deve permitir posicionarem-se.

Haverá apenas dois posicionamentos: o posicionamento no medo e o posicionamento na Liberdade.

O medo não poderá liberar o que quer que seja, mesmo se o mecanismo de liberação refira-se à totalidade da humanidade, à totalidade das almas.

Mas haverá uma dificuldade para se Liberar, totalmente, da influência da alma na matéria, devendo conduzir à perpetuação da alma, para um dado tempo, específico a cada Um.

A Liberdade é um ato de Abandono total.

A Liberdade é um ato de resolução que permite Liberar-se, inteiramente, de tudo o que é conhecido.

Liberar-se do conhecido implica, necessariamente, para a personalidade, um elemento importante.

Este elemento importante é a agonia do seu próprio desaparecimento.

E, aliás, a maioria dos fenômenos de Despertar, no antigo tempo, remontando a mais de uma geração, é realizada durante esses momentos de perda dramática ou de conscientização da Ilusão deste mundo, através de uma agonia de morte súbita.

Nesse princípio de Abandono, a partir do momento em que não há mais esperança, a partir do momento em que a alma é apreendida pelo medo de sua própria dissolução e a partir do momento em que não há mais resistência, nem luta, no interior da personalidade, é nesses momentos privilegiados que se pode viver, de maneira final, eu diria, o próprio princípio da dissolução, da Liberdade e da Liberação.

Evidentemente, durante este período, o corpo de desejo (no que resta dele), qualquer que seja a depuração dos seus próprios desejos, vai se manifestar, de maneira vociferante, induzindo uma série de medo, já que a personalidade, enquanto projeção em meio a um mundo ilusório, apenas existe porque o medo ali se mantém.

Este medo refere-se a diferentes segmentos da personalidade, traduzindo-se, antes de tudo, pela perda mesmo da própria personalidade.

A consciência fragmentária é dirigida pelo medo.

A Consciência Unitária é dirigida pelo Amor.

A consciência fragmentária chama o Amor para dele se apropriar.

A Consciência Unitária é o Amor, por restituição.

Esse princípio de restituição é a única porta de acesso ao desconhecido.

Isso foi denominado a Porta Estreita, em sua terceira Passagem.

Hoje, cada ser humano, cada Irmão e Irmã presente na superfície deste planeta, encontrar-se-ão, de uma maneira ou de outra, para realizar esta conscientização a fim de, ainda uma vez, posicionar-se de um lado ou do outro.

Deste modo, então, vocês não têm que aceitar, tampouco, minhas palavras.

A única coisa que vocês podem fazer, como isso foi enunciado, desde pouco tempo, é Comungar com elas e ver se esta Comunhão realiza, em vocês, a ativação da Vibração do Coração, o sentimento de Liberação total, a ausência de influência do mental e das emoções vindo dizer-lhes o contrário.

Naquele momento, nós teremos comungado e, naquele momento, as palavras que eu teria pronunciado não serão palavras que terão sido aceitas pelo mental, ainda menos por uma crença qualquer, mas, sim, pela ressonância de campos Vibratórios Unificados que nos terão estabelecidos, que irá permitir-lhes, então, viver e aproximar sua Liberação e sua Liberdade.

Não há alternativa.

Qualquer outro caminho é um fracasso.

Com o conjunto de mestres e de salvadores que estão encarnados, com o conjunto de gurus e de sistemas que lhes foram dados, se um único ser tivesse conseguido se liberar do mesmo modo, a humanidade teria sido Liberada, na totalidade.

Nós podemos constatar e vocês podem constatar, vocês que ainda estão encarnados, que isso jamais foi o caso, qualquer que seja o mestre, qualquer que seja o guru e qualquer que seja aquele que concebeu uma religião, seja qual for.

Porque, a partir do momento em que o Homem, mesmo através de algo que seja totalmente justo e verdadeiro, põe-se a aderir, sem verificar pela própria experiência, ele se fecha no modelo, esse modelo mesmo o mais justo e o mais autêntico.

Não há alternativa senão fazer a experiência da Liberdade.

Não há alternativa senão realizar a Luz, senão permanecer em uma crença na Luz e em uma projeção exterior da Luz.

A novidade, desde uma geração, é que a Luz Adamantina ou Vibral está cada vez mais presente, em seu ambiente, em seus chakras, em seu corpo, em suas células.

Realizando o que havia sido visto, desde algum tempo, por SRI AUROBINDO, com relação à chegada do Supramental.

E o que é que nós observamos, hoje, na superfície desta Terra?

Vários mestres sequestraram esta Luz Vibral para dela se apropriar e não para doá-la.

Evidentemente, naquele momento, a Transparência não pode ser vivida e ainda mais a Humildade e a Simplicidade, afastando sempre mais os adeptos e aqueles que seguem esses seres, de sua própria Verdade.

Hoje, vocês devem desvencilhar-se, completamente, de todas as crenças.

Façam o exame de sua Consciência.

O que existe, em sua Consciência, em sua vida, como crenças?

Enquanto vocês crerem que vocês dependem de um ser, enquanto vocês crerem que vocês dependem de uma relação, mesmo a mais harmoniosa e a mais justa, vocês não estão Livre.

Porque a relação é uma comunicação, mas não é uma Comunhão.

Os elementos que lhes foram comunicados, referentes à Comunhão e ao “Eu sou Um”, são, certamente, o meio de fazer a experiência, por vocês mesmos, de uma consciência em via de Liberação a uma outra consciência, do que representa a experiência da Unidade e da Graça.

Porque a Graça e a Unidade, o Estado de Ser e o Si, representam a mesma realidade da Consciência e do Espírito, Liberados.

Vocês não podem viver a Consciência Liberada enquanto vocês aderem a uma parte de vocês mesmos que não está Livre.

Ora, tudo o que é conhecido de vocês mesmos é, por essência e por natureza, confinado e confinante.

Vocês devem, então, se apresentar, de algum modo, sem a priori e sem pedido, em meio a qualquer tentativa de Comunhão.

Vocês devem substituir a comunicação e a relação afetiva, pelo Coração, ou seja, pela Comunhão de Corações.

Esta Comunhão que não tem o que fazer do seu passado, o que fazer de suas experiências passadas, o que fazer dos seus afetos, mas que se vive, unicamente, no ‘instante presente’.

A única relação justa que pode existir, apenas pode estabelecer-se através da Graça e desta Comunhão.

É apenas realizando sua própria Unidade e, portanto, sua própria Liberação, que podemos comungar e não Liberar o outro, é claro, mas permitir-lhe, a ele também, aproximar-se de sua própria Liberação, pela ressonância de campo e pela Liberdade que vocês manifestam.

Vocês não são, então, um modelo, para o outro, mas vocês são chamados a tornar-se aquele que vai permitir fazer ressoar esse campo unificado da Consciência, permitindo, para o conjunto da humanidade, sair do sonho.

O que nos disseram nossos Irmãos orientais, sempre, com relação à Ilusão deste mundo e à projeção deste mundo e ao confinamento deste mundo, é a estrita verdade.

Mas esta verdade, vocês não podem tocá-la se vocês não a vivem.

E não há outra maneira de viver este verdade, exceto liberar-se de tudo o que lhes é conhecido, como crença, como relação, que não é uma Comunhão (como toda comunicação com qualquer plano que seja).

Em resumo, mesmo o ser no qual eu estou (ndr: aquele que canaliza essas informações) não pode viver sua própria Liberação enquanto ele depende de qualquer comunicação.

Há apenas a Comunhão, que pode se estabelecer de Coração a Coração, que permite liberar.

E isso é uma experiência que é para realizar, cada um por si, em meio mesmo à Comunhão, tal como lhes foi dado por diversos intervenientes.

Mais do que nunca vocês são chamados a Liberar-se.

Mais do que nunca vocês são chamados a viver a Graça.

E esta Graça é transmitida pelo Coração.

É preciso passar por esta revolução da Consciência, total, fazendo cessar, em vocês, toda adesão ao que não é da ordem da Luz.

E, naturalmente, como disse com humor nosso Comandante (ndr: O.M. AÏVANHOV), não é questão de matar pai e mãe.

É simplesmente questão de restituir a Liberdade a cada ser.

Mesmo se ele não quiser.

Não há outro meio de estabelecer a Comunhão.

A Comunhão é uma ligação de Liberação, é uma ressonância.

Qualquer outra ligação é apenas confinante e limitante, nos condicionamentos, quaisquer que eles sejam (morais, sociais e mesmo espirituais).

O Espírito não é espiritual.

O Espírito É, desde a eternidade.

E ele se manifesta, agora, a fim de conscientizá-los dele.

E o conscientizar apenas pode se realizar se absolutamente nada de conhecido (nem ao nível da alma, da matéria ou da personalidade) vem interferir.

Mas, como vocês sabem, vocês não podem combater a personalidade, vocês não podem combater seu próprio mental, vocês não podem combater suas próprias emoções, porque contra o que vocês lutam, no final, fortalece-se.

Vocês todos fizeram a experiência disso e nós todos o fizemos, em nossa vida.

Há apenas uma maneira de proceder: é Liberar-se da totalidade das crenças, da totalidade do conhecido e se apresentar despido diante da Porta Estreita.

Isso necessita, efetivamente, um Abandono e uma Renúncia.

Como dizia o CRISTO durante sua vida, vocês estão prontos a segui-Lo, vocês estão prontos a tudo perder para encontrar a Verdadeira Vida?

Porque a vida, tal como ela é vivenciada em meio ao confinamento, jamais permite viver a Luz.

É uma Ilusão mantida, aliás, deliberadamente, pelas forças confinantes e pelas forças fossilizadoras.

A Luz os chama, hoje, para Liberar-se, na totalidade.

E vocês devem apresentar-se, frente a ela, despidos, sem qualquer crença, sem qualquer ligação.

Não há outra maneira de realizar a Unidade.

Senão, a Unidade permanece uma crença, uma adesão, mas não uma vivência.

A Unidade é vivenciada, e em curso de instalação, desde o momento em que vocês não tenham mais qualquer dificuldade para remeter-se na Luz, ou seja, no estado de dissolução, que se traduz pela Alegria, pelo Sat Chit Ananda, pela felicidade, pelo Samadhi.

O que não os impede, de jeito nenhum, de participar deste mundo, enquanto este mundo existir.

Mas vocês estão Liberados e libertados, vocês não estão mais prisioneiros.

O efeito sobre a consciência, obviamente, é totalmente diferente.

Então, é claro, a personalidade vai protestar.

Ela vai dizer-lhes que ela tem obrigações, responsabilidades.

Ela vai dizer-lhes que ela tem coisas a manter, coisas que lhe permitem viver.

A questão é muito simples e a resposta é muito simples: o que vocês querem viver?

A Luz não hesitará.

Durante o momento coletivo da humanidade, vocês deverão, ou responder, ou virar as costas.

Enquanto tendo consciência de sua natureza, se vocês ainda não tiverem, agora.

A Luz os torna livres, mas esta liberdade passa pela dissolução do que, justamente, participa do confinamento, em vocês, como no que vocês são, como em todos os setores de sua vida e em todos os setores desta Terra.

Crer que a liberdade vai manter um status quo enquanto transformando prazerosamente, é apenas uma visão da personalidade que se inscreve no medo de sua própria dissolução, de seu próprio desaparecimento e que reflete, naquele momento, o apego da personalidade a ela mesma e a não liberação da Consciência.

É-lhes precisos estar, cada vez mais, lúcido sobre o que rege suas vidas.

É-lhes preciso estar, cada vez mais, consciente da experiência da Sombra deste mundo.

Não há mais, doravante, que combater as sombras porque isso contra o que vocês lutam reforça-se e, dito de outra maneira, irá explodir, um dia ou outro, em seu rosto.

Finalmente, cabe a vocês compreender e viver, por vocês mesmos, que fora do Abandono à Luz e à Alegria, não há possibilidade de ser Liberado.

Isso irá se tornar, também, cada vez mais importante, em sua Consciência, levando-os, aí também, em certos casos, a se colocar questões.

Mas quem é que coloca questões, a não ser a personalidade?

O Coração não coloca qualquer questão: ele vive a Comunhão, ele vive a Graça, ele vive o “Eu sou Um” e não é absolutamente no instante seguinte, não é absolutamente na irresponsabilidade, tampouco, de sua vida, mas, sim, na ação de responsabilizar-se que é consequente à Liberdade e à Liberação.

Esses são, é claro (o que eu lhes dei), elementos adicionais.

Como disse UM AMIGO, para o Yoga da Unidade (e como eu tive também a oportunidade de dizer), nós lhes trouxemos tudo o que era possível trazer-lhes, para aproximá-los da experiência de sua própria Liberação.

E para Liberá-los, até mesmo, do que nós lhes dissemos, das Vibrações, ainda, a fim de viver, realmente, quem vocês São, a fim de fazer cessar toda projeção e todo medo.

Não há outra maneira de conscientizar a experiência da Liberdade e da liberação.

Eu chego ao final da minha exposição.

Não há nada mais a seguir senão vocês mesmos.

Não há nada mais a realizar senão quem vocês São.

Não há nada mais a esperar senão o Amor.

E isso não é amanhã, nem depois de amanhã.

Este Amor está inscrito na Graça, na Comunhão, na afirmação do “Eu sou Um” e na Vibração do que foi denominado Fogo do Coração.

Todo o resto (pensamentos ou outro) afasta-os dessa vivência.

Vocês irão tomar consciência, cada vez mais facilmente, porque vários de vocês vivenciaram momentos de aproximação desta Porta Estreita onde, ou vocês se dissolvem na Luz, ou vocês vivem a Unidade.

E, como vocês sabem, esta Consciência não está instalada, de maneira definitiva, em sua vida e em sua consciência.

Cada vez mais, os espaços expandidos da Consciência, e os momentos expandidos da Consciência, tornam-se, como vocês o percebem, para muitos de vocês, um apelo cada vez mais premente.

Então, é claro, este apelo da Luz pode colocá-los frente a medos (da dissolução, do futuro e do devir).

O que vocês precisam conscientizar, como propósito, é que o que vocês São é, realmente, esta Luz ou o que vocês vivem, naquele momento.

Vocês não são nada além disso.

E quando vocês são, na totalidade, isso, todo o resto simplesmente não mais existe.

Que isso aconteça no momento coletivo da humanidade ou que isso aconteça ao seu ritmo e de maneira totalmente livre, agora.

Se nós tivermos tempo, antes do espaço de Comunhão e de Alinhamento comum, e se existir, Irmãos e Irmãs presentes, em vocês, interrogações em relação a isso, eu os escuto.

Nós não temos pergunta, nós lhe agradecemos.

Irmãos e Irmãs na humanidade, eu participarei, com vocês, do espaço de Comunhão e de Graça.

Eu apenas posso dizer: sejam quem vocês São, na Liberação e na Liberdade.

Sejam a própria Consciência.

Até logo mais.

Mensagem do Venerável IRMÃO K no site francês:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1258
5 de novembro de 2011 (Publicado em 6 de novembro de 2011)
Tradução para o português: Zulma Peixinho
via: http://portaldosanjos.ning.com

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

MA ANANDA MOYI - 12-09-2011 - AUTRES DIMENSIONS


Posted: 22 Sep 2011 03:11 AM PDT
Eu sou MA ANANDA MOYI.

Irmãos e Irmãs encarnados, na Terra da carne e na carne da Terra, recebam todo meu Amor e toda minha gratidão por vossa presença e vossa escuta. Eu retorno a vocês para tentar exprimir, em palavras simples, o que eu já exprimi, de outra maneira, eis algumas semanas de vosso tempo Terrestre, se referindo à reversão da alma, da personalidade, ao Espírito. Eu vou, hoje, elucidar os mecanismos (ao menos, eu espero), para vocês, da personalidade, em ação neste mundo, reprecisando o que se joga no interior de cada Irmão e de cada Irmã, neste tempo que vocês partilham sobre a Terra, atualmente, e que é o processo chamado Ascensão, Liberdade, Liberação ou Libertação (que está atualmente em curso).

Eu poderia traduzir isto por esta simples frase que eu vou explicitar: “querem vocês consumir vossa vida, na personalidade, ou vocês querem se consumir no Amor?”. Com efeito, mais que nunca, a circunstância precisa de vossa vida, as circunstâncias que vão se apresentar a vocês, e que se apresentam já a vocês, para cada um, durante este lapso de tempo, são estritamente as circunstâncias que vão corresponder, para vocês, à possibilidade de vos determinar para abrir atravessar a Porta que vos conduz ao Coração (a Porta Estreita). Ou decidir, em toda lucidez, permanecer no que constitui os mundos carbonados, chamados a personalidade. Por personalidade, eu não decirno qualquer elemento pejorativo ou negativo, mas simplesmente, ainda uma vez, uma polaridade da alma, voltada seja para esta existência da personalidade, ou que se volta ao Espírito. A personalidade vai vos conduzir a se consumir no desejo, qualquer que seja o desejo. É um ponto essencial a captar e a aceitar, é que nenhuma alma pode se constranger ela mesma a se desviar da personalidade. Isto quer dizer que vocês não tem qualquer meio de lutar contra os desejos. Não serve a nada querer sufocá-los pois se apresentarão de novo, sistematicamente, de outra maneira, pois esta é a lógica mesmo da personalidade do que foi chamado o corpo de desejo.


Se voltar, totalmente, ao Espírito, é fazer abstração, sem o recusar, deste corpo, do que pode emergir deste corpo de desejo, afim de se imergir, totalmente, no corpo de Amor, no corpo da Graça. Aquele onde não existe nenhum desejo, senão aquele que eu poderia chamar o desejo da Luz, mas que não é um desejo, no sentido da personalidade. Isto foi chamado por minha Irmã HILDEGARDE: tensão ao Abandono. Poderíamos traduzir isto, na personalidade, por esta simples frase e estas simples palavras: “Cada dia de minha vida, sobre a Terra, a que se voltam meus pensamentos? Cada dia de minha de minha vida, sobre a Terra, a que volta meu objetivo? A que se volta minha Atenção? É para a satisfação dos desejos? É para a satisfação das relações sociais, afetivas ou profissionais? Ou é que, violentamente ou progressivamente, toda minha personalidade se volta, de maneira livre e consentindo, a esta busca do Amor, esta busca do Absoluto?”. Então, é claro, nos primeiros tempos da personalidade que considera efetuar esta busca ao Absoluto, ao Amor, à Graça, este Amor, esta Busca, esta Graça é procurada no exterior de si, através da adesão a princípios diferentes de desejos da personalidade, mas se trata sempre de um desejo e não ainda de uma tensão a este Abandono.

Há um mecanismo, na Consciência, que se desenrola talvez mais facilmente, hoje, para os Irmãos e Irmãs encarnados. Foi repetido que se vocês dão um passo rumo a Luz, ela dará cem rumo a vocês. Isto quer dizer que a Consciência deve se desviar (sem negar, sem rejeitar, todos os desejos) transmutando estes desejos no Fogo do Amor, distanciando então, pouco a pouco, o fogo do desejo e os desejos. Então é claro, para muitos Irmãos e Irmãs, a caminhada espiritual não deve vir dificultar o que quer que esteja estabelecido na personalidade (a saber, a família, a profissão, os laços de carne, os laços afetivos). Assim, a maior parte dos humanos pensam que eles vão poder conduzir bem uma busca espiritual, mantendo ao mesmo tempo um statu quo [nota trad.: estado atual] ao nível dos apegos, ao nível da maneira mesmo que eles controlam e imaginam sua própria vida, suas próprias relações e sua própria esfera de vida.

A Luz, quando ela se revela, em sua Verdade do Espírito, vos quer inteiros. Não pode existir, e sobretudo agora, no tempo presente que vocês vivem, superposição do corpo de desejo e do corpo do Amor. Vocês não podem vos consumir no desejo e vos consumir, ao mesmo tempo, no Amor, bem como isto foi expresso, em termos mais figurados, como por exemplo o Venerável Comandante dos Anciãos, a propósito de se manter entre duas cadeiras (nota: O. M. AIVANHOV evoca frequentemente a expressão: “estar sentado entre duas cadeiras”). Hoje (ele vos disse, desde já certo tempo), vocês não podem estar sentados entre duas cadeiras. Vocês devem firmemente se assentar sobre a personalidade ou vos assentar no Amor. E um e outro são totalmente incompatíveis, um e outro se repudiam mutuamente, pois o fogo do desejo não tem nada a ver com o Fogo do Amor.

O fogo do desejo acarretará sempre outros desejos. A apropriação do ego acarretará sempre outras necessidades e outros desejos. Isto vocês sabem todos. É uma busca sem fim que não encontra satisfação senão na urgência do que é satisfeito e de forma alguma a longo termo. O fogo do desejo é o que se refere ao conjunto da personalidade, mesmo nas suas necessidades, chamadas pela personalidade, ela mesma, como as mais justas e chamadas também como as mais realizadoras (como pode ser, por exemplo, a realização num casamento, numa família, na parentela, numa profissão). Hoje mais que nunca, o conjunto dos Irmãos e Irmãs encarnados na carne é confrontado a este dilema. Eles percebem, é claro, de maneira mais ou menos clara, mais ou menos afirmada, que algumas ações do corpo de desejo, que algumas manifestações do corpo de desejo não os preenchem mais da mesma sede, da mesma satisfação ou do mesmo impulso. Tudo o que existia, como elemento de certeza, na vida de cada um (quer seja nas esferas afetivas ou profissionais ou quaisquer que sejam ao nível da vida da personalidade), não encontra mais eco na alma. Isto quer dizer que há, realmente, como que uma aspiração a algo de diferente.

Então é claro, isto do qual eu falo não corresponde à grande maioria dos Irmãos e Irmãs que estão encarnados na carne e que estão desviados, pelo instante, da Luz. Aqueles não consideram mesmo qualquer escolha. Eles estão perfeitamente integrados, ou perfeitamente inseridos, se pode-se dizer, em sua esfera de vida e eles estão perfeitamente contentes daquele jeito, perfeitamente satisfeitos nesta caminhada perpétua de satisfação do fogo do desejo. E lembrem-se que esta é sua liberdade a mais total. Mas eu falo sobretudo para aqueles dentre vocês que vivem, neste momento, esta tensão nas duas direções diametralmente opostas e que se põem ainda as questões. O Fogo do Amor, que está ai para vos tomar em sua Graça, não pode se acomodar com nenhum desejo. Ele é mesmo ausência de desejo.

Então, como pode-se desejar viver a Graça e manifestar ainda desejos que pertencem, eles, ao mundo da personalidade? Isto assinala, simplesmente, que a transformação, no que é chamado Unidade, não está ainda estabelecida. Isto assinala também que a Coroa Radiante do Coração não está perfeitamente construída e que, qualquer que seja o chamado da Luz que vocês viveram (através da Coroa Radiante da Cabeça, através do despertar da Kundalini ou através mesmo dos impulsos da alma a mudar vossas condições de vida, já desde muitos anos), vocês notam que vocês ainda não ativaram as Vibrações que relatamos e que são no entanto a marca, eu diria, da Consciência Unitária. Não pode haver Unidade sem Vibração. Não pode haver o atingimento do estado de Seidade sem Vibração das Coroas Radiantes, quaisquer que sejam os desejos que vocês exprimem, quaisquer que sejam os exercícios que vocês praticam. Se não há Vibração, não há Unidade. Isto, numerosos Anciãos vos disseram.

Então, o que pode fazer, justamente, com que a despeito de vossa assiduidade, a despeito de vossos exercícios, a despeito de tudo o que vocês tomaram como mudanças, alguns dentre vocês não acedem a este Fogo do Amor? É bem, isto é muito simples, isto se chama fogo do desejo e fogo da personalidade. Não vejam ai noção, ainda uma vez, pejorativa ou negativa. Isto quer dizer simplesmente que existe, no que vocês são, nestes momentos que vocês ainda, atualmente, uma não compreensão, uma não aceitação, mesmo inconsciente, que vos falta, de alguma forma, fazer o luto de todos os vossos apegos, sem nenhuma exceção. E compreendam bem que este luto não é a ser feito nas decisões da vida, mas em mecanismos íntimos da Consciência.

Lembrem-se também do que vos foi dito: “vocês não podem penetrar o Reino dos Céus se vocês não se tornarem como uma criança”. Se vocês não passam pela Humildade, pela Simplicidade. Se vocês não se tornam pobres de Espírito. Se vocês não seguem o Cristo enquanto Luz Vibral Autêntica. Isto poderia ser chamado, os Quatro Pilares e isto será desenvolvido pelo Arcanjo. Agora, eu falo sempre do que é observável, do olho de vossa personalidade. É claro, muitos dentre vocês que não despertaram ainda as Coroas, constatam que existem desejos, que estes desejos se referem, muito logicamente (não vejam ainda qualquer julgamento), aos laços que vocês estabeleceram com seus ascendentes, seus descendentes, os diferentes papeis ou as diferentes funções que vocês tomam, na vida.

É claro, existiram alguns impulsos da alma, nestes anos precedentes, que orientaram vossa vida rumo a uma forma de liberação de alguns apegos. Mas, hoje, as circunstâncias atuais vos chamam a muito mais que isto. Elas vos chamam à renúncia total do conjunto dos desejos e, no entanto, vocês não podem renunciar ao desejo por um ato de vontade, pois aqueles se encontraram em outro lugar e de outra forma. Vocês não podem efetivamente senão abrir o Fogo do Amor e é o Fogo do Amor, ele mesmo, que virá transmutar o fogo do desejo e que fará com que, num tempo muito curto, se vocês aceitam, a consumição no desejo seja substituída pela consumição no Fogo do Amor. O fogo do desejo se apagará. Então, o Fogo do Amor se acenderá e a Coroa Radiante do Coração se abrasará. O que vos foi comunicado pelo Comandante (nota: O. M. AIVANHOV), ontem, e que será completado pelo Arcanjo ANAEL, mas também por minhas palavras muito simples, correspondem, totalmente, a este processo. Eu não falo mais, ai, de desviar a alma (que estava nos processos de Atração e de Visão) rumo ao Espírito, mas antes de deixar o Espirito da Luz CRISTO agir em vocês (nota: todos estes elementos são desenvolvidos nas canalizações do dia 11 ao dia 17 de setembro de 2011, na rubrica “mensagens a ler” e retomados num protocolo, na rubrica “protocolos”, de nosso site).

É outra oitava que é atravessada. Desde que a Porta Posterior de KI-RIS-TI (nota: ponto entre as omoplatas) foi acendida, se pode-se dizer, há uma faculdade, para cada Irmão e Irmã, de se orientar rumo ao Espirito, não por uma reversão da alma ou por uma inversão do fogo Luciferiano, em Fogo do Amor, mas por um ato consciente da personalidade que vai ser de aceitar ver seus próprios desejos, quaisquer que sejam eles. Não de encontrar sua causa ou os fundamentos, mas simplesmente de aceitar os ver e os aceitar, simplesmente, os deixar se transcender, não por qualquer vontade pessoal de querer constranger um desejo afetivo, um desejo sexual ou um desejo financeiro ou profissional, mas simplesmente por olhá-los, tais como são, e olhar o lugar que eles ocupam em vossa vida, na personalidade. Não como uma busca de justificação, não como uma busca de satisfação, mas antes como um elemento se pondo, literalmente, através do Fogo do Amor. Com efeito, vocês podem e não poderão, de maneira cada vez mais evidente, prosseguir e deixar prosseguir o fogo dos desejos e penetrar o Fogo do Amor. O chamado da Luz se torna tal que, agora mais que nunca, vocês devem aceitar se olhar, como isto foi dito, mas olhar também o que age, em vocês, ao nível dos corpos de desejo.

Lembrem-se que existem apegos, ao nível do ser humano. Estes apegos coletivos que fazem o jogo da encarnação e da falsificação na matriz (nota: ver a rubrica “protocolos a praticar/ liberação dos apegos coletivos” de nosso site). Vocês têm que se des-identificar. Se des-identificar não quer dizer rejeitar, pois o que vocês rejeitam como eu disse, voltará a vocês, ainda mais fortemente, ao meio de vossa Consciência e de vossa figura, mas simplesmente se tornar cada vez mais lúcido do que se joga, em vocês, através de vossas decisões, através de vossas ações, através mesmo da maneira pela qual vocês se comportam em toda relação e face a todo ser humano com o qual vocês estão em relação. O que vocês buscam? O que vocês desejam? A Luz vai vos colocar, mesmo na personalidade, esta questão.

Então, é claro, o aclaramento vai ser cada vez mais violento e cada vez mais cru, sobre os desejos e sobre o que vos anima. E vocês constatarão, se vocês aceitam, que o que vos anima, para o conjunto daqueles que não estabeleceram ainda de maneira estável, a Coroa Radiante do Coração, a Paz, a Serenidade e o Samadhi, não é nada além da persistência deste corpo de desejo. Ainda uma vez, não é questão de denegrir, não é questão de negar. Não é questão de querer não ver, mas antes ao contrário, de aceitar que a Luz transcenda isto. Isto faz parte da renúncia e do Abandono à Luz. Mas esta renúncia não é uma renúncia que seria um isolamento, mas antes uma entrada na verdadeira Vida, que é aquela do Coração e no Fogo do Coração que não tem nada a ver com o fogo do desejo.

Então é claro, o conjunto da vida (e, em particular, para aqueles dentre vocês que atingiram, eu diria, certa idade, nesta vida) pode ser as vezes mais difícil porque existem alguns hábitos, existem alguns laços que foram concebidos como indissolúveis no sistema de crenças que é o vosso. Há laços que foram concebidos como evidentes, e eles também indissolúveis (quer estes laços se refiram a uma casa, quer estes laços se refiram a um filho) porque há um sentido de responsabilidades, há um sentido da responsabilização, há uma causalidade, também, por detrás deste corpo de desejo. Mas isto pertence, de maneira irremediável, ao corpo de desejo e vocês não podem penetrar o Fogo do Amor deixando se manifestar este fogo do desejo. Mas lembrem-se também que vocês não podem apagar o fogo do desejo pela negação do desejo. Este não pode ser transcendido e transmutado senão pelo Fogo do Amor.

Então, não há paradoxo, há simplesmente, naquele nível, que aceitar se ver tal como vocês são. Não há qualquer inimigo exterior. Não há qualquer inimigo, não mais, Interior. Há simplesmente atitudes de Espírito. Há simplesmente atitudes de comportamento e de ação que seja reforçam vosso corpo de desejo, seja reforçam e fazem nascer o Fogo do Amor e o corpo do Amor. E o corpo do Amor não é o corpo do desejo: o corpo do desejo vos leva rumo a densidade, o corpo do Amor vos leva rumo a leveza. Nenhum desejo, mesmo satisfeito, pode vos tornar leves, mesmo que ele vos torne leves no instante, ele terminará cedo ou tarde por um peso, por uma densidade, por uma gravidade. Observem o que se tornam os laços afetivos, quaisquer que sejam os laços afetivos, quando este laço se distende e quando um dos dois morre, observem o sofrimento que é, naquele momento, o vosso. Bem evidentemente, estes laços, inscritos ao nível do corpo de desejo, como um laço de amor, não são, de fato, senão laços ligados aos desejos, às crenças, ligados às convenções, ligados à carne, ligados aos hábitos. O Fogo do Amor ele, vos libera totalmente: ele não vos diz para deixar tal pessoa, tal casa ou tal situação, mas ele vos faz portar um olhar profundamente diferente e sobretudo ele vos torna livres, ele vos torna totalmente libertos de tudo o que poderia vos escravizar e impedir vossa própria Liberação.

Nestes tempos particulares que vocês são chamados a viver (e que vocês já vivem), o conjunto de vossa vida vos chama a tomar Consciência do que anima ainda este corpo de desejo, destes fogos (o mais frequentemente mascarados e escondidos) que aparecem em vossas vidas e freiam, literalmente, vosso acesso ao Fogo do Amor. Enquanto existir o menor desejo e o menor fogo de desejo, vocês não podem penetrar o santuário do Coração. Enquanto existir um fogo de desejo presente, vocês não podem viver, totalmente, o Fogo do Coração, mas jamais foi dito que quando vocês estão estabelecidos no Fogo do Coração, não poderia mais existir desejo. Compreendam bem, é uma dinâmica que eu qualificaria de sequencial e temporal. Vocês devem primeiro ver os desejos, vocês aceitar que vocês têm desejos e, naquele momento, somente naquele momento, se vocês aceitam se ver na transparência a mais total, se vocês aceitam ser transparentes, então, vocês penetrarão no Fogo do Coração e, neste Fogo do Coração, o fogo do desejo será transmutado.

Então, naquele momento, vocês poderão estabelecer relações, quer seja com um lugar, com uma pessoa, na liberdade a mais total, mas nunca antes. Para isto, é preciso aceitar a Humildade, a Simplicidade de se tornar pobre de Espírito e se tornar Transparente, porque, sem Transparência, vocês não podem penetrar o Reino da Transparência que é aquele da Graça e do Amor. Então, é preciso aceitar que se, hoje, a despeito de vossa assiduidade, a Coroa Radiante do Coração não está ainda ativa, é porque existe (necessariamente e de maneira implícita e explicita, mesmo se vocês não tem disto Consciência, ainda), as manifestações do corpo de desejo. Agora, não é preciso negar este corpo de desejo, não é preciso rejeitá-lo, é preciso simplesmente aceitar se tornar transparente e aquiescer a estas presenças de diferentes fogos do desejo e não é senão naquele momento que vocês poderão então, realmente, atravessar a Porta do Coração, não é senão naquele momento, realmente, que vocês atravessarão as Portas da Humildade, da Simplicidade. Estes Pilares do Coração que vão, então, vos permitir viver a efusão do CRISTO, vos permitir viver a Luz Vibral e a Presença em vossos lados, a vossa esquerda, de MARIA, Rainha dos Céus ou de uma das Estrelas. Pois, com efeito, cada um dentre nós podemos vos acompanhar, durante este período, e participar para vos estabelecer no Fogo do Amor. Como vos disse MARIA, um Canal foi aberto. Este Canal foi aberto a vossa esquerda e ele corresponde a possibilidade de uma das Estrelas, ou de MARIA ela mesma, de vir Comungar convosco, vindo vos assistir, de alguma forma, não para fazer a Passagem em vosso lugar, mas para Comungar em vossa Passagem no Fogo do Amor. As palavras que eu vos disse são extremamente simples.

O Arcanjo ANAEL precisará, quando a ele, estes Pilares e este trabalho de desdobramento das energias, de alguma forma, e da Consciência direta dos Pilares dos Mundos que são os Hayoth Ha Kodesh, os Kerubims (os Querubins, se vocês preferem), que velam a toda transformação Dimensional de um ser vivo, qualquer que seja esta Passagem, em todas as Dimensões. Esta reversão particular, que acompanha a Passagem de uma dimensão a outra, se inscreve, em vocês, agora. É pelo desdobramento final desta Luz, ao nível da Coroa Radiante do Coração, que é realizado o Fogo do Amor vindo por fim ao fogo do desejo.

Mas, para isto, é preciso reconhecer que o corpo de desejo, a personalidade, está ainda bem presente, em vocês, como em todo ser humano. Para isto, é pedido a vocês não negar qualquer desejo. É pedido a vocês ver claro e estar em total Transparência a fim de poder esperar que o Fogo do Amor venha vos tomar e venha lavar estes fogos de desejo. Mas, para isto, é preciso reconhecer que eles estão ai, é preciso reconhecer que existe uma personalidade que vos atrai e vos leva a manifestar, quaisquer que sejam os nomes que vocês deem, a persistência dentro mesmo da matéria: através do medo mesmo da morte, através do medo de perder isto, através do medo de perder tal pessoa, tal filho, tal pai, pelo medo de perder vossa própria vida ou de perder vosso dinheiro. Enquanto isto não estiver transcendido, vocês não podem viver o Fogo do Coração. Como disse o Cristo: “será mais difícil a um rico passar pelo buraco da agulha que a um camelo passar ai”. A Porta Estreita não pode se realizar, não pode se viver senão quando o Fogo do desejo é reconhecido enquanto tal e quando vocês deixam, naquele momento, realmente, agir em vocês, por esta Tensão ao Abandono, este Último desejo, da noite escura da alma, rumo a Luz. Isto, vocês todos viveram ou vão todos viver. Cada um está numa etapa do que eu acabo de descrever. Isto corresponde estritamente, também, ao que JOÃO chamou, eis quase um ano, o Choque da Humanidade, que está em fase, eu diria, de atualização, a mais total, em vosso mundo. As regras mesmo da vida nesta Dimensão vão ser mudadas e estão mudando.

Então, cabe a vocês também definir se vocês querem fazer parte do antigo ou fazer parte do desconhecido e do novo. Mas, como disse IRMÃO K, se tornar Autônomo e Livre não pode se fazer mantendo os laços, quaisquer que sejam, neste Mundo. Isto não quer dizer que vocês precisam se tornar um ermitão recluso e isolado do mundo, mas é simplesmente o olhar da Consciência que deve mudar, em Verdade, pela Transparência a mais total, na Humildade e na Simplicidade a mais total, e na pobreza de Espirito. Enquanto vocês não tiverem realizado isto, a Coroa Radiante do Coração não poderá jamais se abrir. Mas ela se abrirá como uma flor e ela se ativará instantaneamente, neste período que é o período último da Graça, tal como o definiu MARIA e até o fim desta dimensão final, do qual ninguém conhece a data. É durante este período que vocês têm a fazer (se vocês não fizeram) este último Abandono à Luz. Mas retenham bem que vocês não podem constranger qualquer desejo. Simplesmente, vocês não podem senão estar conscientes, mas estar consciente é aceitar vê-los, não é esconder a face e se esconder de si mesmo. É aquiescer a tudo o que a vida vos propõe viver, quer seja uma doença fulminante, quer seja uma perda fulminante: é nestas circunstâncias ai que o ser humano deve aumentar na Luz e não na resistência.

Lembrem-se destas palavras, porque, cada um a seu grau, cada um em função do que vocês vieram viver, neste momento preciso da história da humanidade, vocês estarão face ao que vocês têm que afrontar, não enquanto armadilha, não enquanto punição, não enquanto retribuição, mas antes unicamente como um mecanismo íntimo, sobrevindo em vossa Consciência, vos permitindo (se tal é vosso verdadeiro caminho) sair do corpo de desejo e entrar no corpo de Amor. Se vocês não foram ainda chamados, vocês vão ser, nos dias, eu digo bem os dias que se instalam ante vocês, e que vocês têm, de toda maneira, para toda a humanidade, a viver: é a Passagem da Porta Estreita, é a Noite Escura da alma, é o momento onde é preciso renunciar à Atração e à Visão de Ahriman e de Lúcifer, como disse IRMÃO K. É o momento onde é preciso se comprometer. É o momento onde é preciso (com disseram numerosos místicos, no ocidente) desposar o Cristo, se tornar, para uma mulher, sua esposa, se tornar a Luz do mundo. Vocês não podem ser uma luz deste mundo e ser a Luz do mundo. Onde está vossa Luz? Está ela em vosso corpo de desejo? Está ela na satisfação de vossos desejos, quaisquer que sejam eles, ou está ela em vosso Coração que é a Liberação total? Mas isto não poderá ser um e outro. Cada vez mais, isto vai se tornar evidente para vocês, mesmo para aqueles dentre vocês, meus Irmãos e minhas Irmãs, que não o percebem ainda. Isto vai se tornar cada vez mais flagrante, tanto como em vossa vida, porque as circunstâncias de vossa vida, durante estes momentos, são exatamente aqueles que vocês precisam para conduzir bem esta decisão: aquela de vos estabelecer no Fogo do Amor ou de permanecer no fogo do desejo.

Lembrem-se que não há solução superior a outra, mas que há simplesmente orientações e escolhas, profundamente diferentes, mas que vocês não podem pretender à Luz se se mantem, em vocês, qualquer ilusão, se se mantem, em vocês, qualquer fogo do desejo, qualquer que seja. Então, efetivamente, cabe a vocês se verem, na Transparência a mais total. Cabe a vocês se olhar, na Humildade, na Simplicidade. Cabe a vocês aceitar não ter nada a compreender, pois vocês não podem compreender e ser: é seja um, seja outro. Hoje, vocês querem ser ou vocês querem compreender? Pois não há nada que possa ser compreendido, no que concerne a Seidade. A Seidade é algo que se vive no Fogo do Amor e da Graça e que não tem nenhuma justificação e nenhuma explicação outra que a da renúncia ao conjunto dos fogos do desejo. Eis as palavras que eu tinha a vos dar, através de minha Presença e de minha Vibração. Então, nós temos ainda um pouco de tempo e se, em vocês, existem questões, com relação ao que eu acabei de dizer, e se eu puder trazer ainda mais Luz, eu o farei com grande prazer.

Questão: Você poderia desenvolver acerca da expressão: “ser pobre de Espírito”?

É um momento, meu Irmão, onde é preciso se tornar como uma criança e viver as coisas como uma criança. A Luz é, para vocês, desconhecida. Ela é descoberta e esta descoberta não pode se instalar senão se vocês aceitam a deixar trabalhar. Não é vocês que decidem, na Luz. Não é a personalidade, nem o corpo de desejo, nem o mental, nem o intelecto que decide. É a Luz que decide. Então, jogar o jogo da Luz, é se tornar a Luz e isto não necessita de nenhuma explicação, de nenhuma compreensão. Vocês precisam portanto ultrapassar e transcender o estado da compreensão, o estado da explicação. Isto se chama, ai também, o Abandono a esta Luz. Pobre de Espírito, é aquele que aceita não mais fazer jogar seu mental, não mais fazer jogar sua inteligência, não mais fazer jogar seu ego, fosse ele o mais espiritual, mas de se colocar, totalmente, na confiança a mais absoluta à Luz. Enquanto vocês querem controlar o que quer que seja, vocês não podem viver a Coroa Radiante do Coração.

Questão: O Canal para estar em comunicação com você mesmo ou outras Irmãs, está desperto em cada humano?

Desde a abertura da Porta do Coração Posterior, chamada a Porta KI-RIS-Ti, existe um Canal que se constituiu, para todo ser humano, mas isto não quer dizer que cada ser humano, sobre este planeta, é capaz de ouvir a Irmã que está presente a seus lados. Para isto, é preciso que a Consciência se volte rumo a este Abandono à Luz. A personalidade não poderá jamais ouvir o que diz este Canal, mesmo que ele esteja presente. Este Canal se dirige ao Espírito e para ouvi-lo e vivê-lo, de maneira a mais consciente, é preciso ter penetrado o Templo do Coração. Isto corresponde, dito de outra forma, ao que foi dito, por alguns Arcanjos: que nós nos encontramos, doravante, na borda de vossa Dimensão, perceptíveis, cada vez mais perceptíveis. Mas aquele que está voltado para o corpo de desejo não poderá de forma alguma nos ouvir, exceto em um dado momento, chamado o face a face, onde MARIA se exprimirá na orelha de cada um. Mas é antes que é preciso fazer o trabalho e este trabalho não é um trabalho, vocês compreenderam. É apenas uma mudança de Consciência.

Questão: A ausência de medo é um indicio para transcender o que temos a transcender para atingir a Luz?

Minha Irmã, todo o que se opõe ao Amor não é senão o medo e nada mais. Se não há portanto mais qualquer medo presente, não mais obstáculo ao Fogo do Amor.

Questão: O que é do Fogo do Amor quando se tem a sua volta seres negativos?

Como é que alguém que estivesse estabelecido no Fogo do Amor poderia ser alterado pelo que quer que seja de exterior? Isto é impossível. O único obstáculo é si mesmo. Não há inimigo, nem Interior, nem exterior. Não há sempre senão a personalidade e o ego. Enquanto existe a impressão de um obstáculo exterior (que seja um filho, um pai, que seja financeiro, que seja o corpo), isto não é senão um álibi encontrado pelo ego e nada mais.

Questão: Como desenvolver e estabilizar o Fogo do Coração?

Simplesmente, deixarem-no trabalhar, e aceitar sempre os Quatro Pilares (nota: Transparência, Humildade, Simplicidade, Infância) que são, de alguma forma, os elementos que vão permitir a este Fogo do Coração se manter. Lembrem-se também o que foi dito, por numerosos interventores (Irmãs, como Anciãos ou Arcanjos): o chamado da Luz vai se tornar cada vez mais intenso, ele vos pegará desprevenidos. É naqueles momentos que será preciso demonstrar, a vocês mesmos, que vocês aceitam e aquiescem ao Fogo do Amor e que vocês não sucumbem ao fogo do desejo. Lembrem-se que a cada dia, cada minuto, cada sopro, vocês estão cada vez mais nesta evidência. Um e outro não podem ir de par: eles se distanciam, de maneira definitiva. Vocês não podem manter o que quer que seja desta Dimensão onde vocês estão, no Fogo do Amor. É esta escolha ai, última, que é o choque da Humanidade, através das circunstâncias seja de vosso próprio corpo, seja de vossa própria família, seja de vosso país, seja da Terra inteira, em definitivo.

Questão: Em 3ª Dimensão, como responder às consequências de seus atos, pensamentos?

Isto é uma visão e um ponto de vista da personalidade. Quando tu vives na Graça, nesta Dimensão, nada mais disto pode te afetar.

Questão: E se nós devemos assumir certos cargos?

Minha Irmã, quem diz: “eu devo”, se não é a personalidade? Você crê que quando eu vivi meus Samadhi, havia um “eu devo” que existia? Você crê que quando eu passei anos neste estado de Alegria inefável, qualquer “eu devo” podia se manifestar? Isto mostra, simplesmente, a diferença de perspectiva. Isto mostra, de diferentes maneiras explicitas, o que é o fogo do desejo (ou fogo do dever) com relação ao Fogo do Amor.

Questão: Mais nenhum desejo, mais nenhuma responsabilidade deve então nos impedir?

Eu não disse de forma alguma isto. Eu disse simplesmente que é preciso aceitar ver este “eu devo” como fazendo parte do fogo do desejo e portanto da personalidade. Você quer viver o Amor ou você quer viver o “eu devo”? Não há alternativa e não se pode sair disto. Agora, não é questão de negar: “eu devo”. Eu digo e digo de novo. É a Consciência que muda. A partir do momento em que há um acesso autêntico (e que se torna permanente) à Unidade, vocês creem que a Consciência Unitária, vocês creem que a Unidade e a vivência desta Unidade, o acesso a esta Multidimensionalidade, em algo a ver com as vidas que vocês viveram, aqui, sobre esta Terra? Vocês creem que isto tem alguma coisa a ver com um sentido de responsabilidades, qualquer que seja? Se vocês creem, então isto quer dizer que vocês deixam lugar ao corpo de desejo e não ao corpo de Amor. O corpo de desejo será sempre uma justificação e uma explicação ou uma reivindicação. O corpo do Amor é um estado de Graça que se basta a si mesmo e, cada vez mais, vocês não poderão estabilizar a Graça se vocês estão no “eu devo”. É agora que é preciso conduzir bem as escolhas. É agora que é preciso conduzir à conclusão e à concretização, seja do corpo de desejo, seja do corpo de Amor. E um não pode ir com o outro. Mas, ainda uma vez, não é porque vocês vão se desembaraçar de seus compromissos, s desviar de seus filhos, de seus pais, de seu trabalho, que vocês vão encontrar o Fogo do Amor. Eu precisei bem isto. Dito de outra forma, enquanto existe uma esperança neste mundo, vocês estão neste mundo e vocês não saem deste mundo. O Cristo vos havia apresentado exatamente da mesma forma, com outras frases, com outras parábolas. Mas estas parábolas não são destinadas a ser virtudes teológicas, mas antes a ser vividas em vossa vida, se não qual é o sentido?

Questão: O que você chama corpo de desejo compreende o medo, o dever e o desejo?

É o conjunto do que foi chamado o corpo de desejo, que foi longamente expresso. O corpo de desejo, é tudo o que vos mantem na ilusão deste mundo, é tudo o que é projetado ao exterior de vocês, pois isto que é projetado sobre vosso olho, sobre a tela de vossa Consciência não é senão o resultado de vossas próprias projeções. Nada chega por acaso. Assim, se a vida vos dá a viver tal medo, tal doença, tal dificuldade, é que isto existe, irremediavelmente, em vocês, antes de tudo. Este mundo, tal como vocês o vivem, é uma ilusão, e no entanto é nesta ilusão que deve se encontrar a Verdade. Portanto enquanto vocês dão peso a qualquer ilusão, a qualquer participação a este mundo (o que não quer dizer, ainda uma vez, não participar ai, mas antes, estar Lúcido e Consciente, totalmente), vocês não podem sair. Enquanto existe uma projeção, enquanto existe uma atração, enquanto existe uma visão de qualquer imagem, de qualquer desejo que seja, vocês não podem penetrar o Reino do Coração. CRISTO vos disse: “busquem o Reino dos Céus e o resto virá de si mesmo”. Cabe a vocês provar e a vocês prová-lo. Pois como pretender viver a Graça e se precipitar para consumir um medicamento? Pois como pretender viver a Graça e guardar dinheiro? Pois como pretender viver a Graça e ter medo que um filho ou um cônjuge nos abandone? Isto é impossível e isto vai vos aparecer cada vez mais violentamente e cada vez mais cruamente. Ainda uma vez, isto não é nem uma punição, nem uma justiça, nem uma retribuição, mas simplesmente a colocação em ação da Luz, sobre este mundo. CRISTO vos disse: “aquele que quiser salvar sua vida, a perderá”. O que vocês querem salvar e o que vocês querem viver? Vossa vida ou o Amor? O chamado de MARIA se resumirá a isto, mas lá, vocês não terão mais tempo de vos por este tipo de questão.

Questão: O que é o “face a face”?

O face a face é o momento em que vocês percebem a distância ou a coincidência que corresponde ao que vocês projetaram no exterior e a diferença ou a coincidência que existe com o que vocês são, em Verdade. Em resumo, é o face a face entre o ego e o Espírito. Seja o ego foi transcendido pelo Espírito, seja ele não o foi. Os testemunhos são a Alegria, a Paz e as Coroas Radiantes.

Questão: Não viver os fenômenos que você descreve decorre da Noite Escura da alma?

Não. A Noite Escura da alma é algo muito mais violento e profundo que o simples fato de não sentir a Coroa Radiante do Coração. É o face a face, levado ao extremo. É perceber, em Verdade, lá onde está a Luz e lá onde ela não está e, em Verdade, lá onde vocês estão: na Luz ou não na Luz. Este face a face é também, de alguma forma, o que foi chamado, pela Fonte ela mesma, a Promessa e o Juramento, que restabelece a conexão com o Espírito, qualquer que seja vosso futuro e vossa devir, segundo a persistência ou não do corpo de desejo. A Noite Escura da alma corresponde também a um aclaramento, pela Luz, das zonas de sombra. Se estas zonas de sombra são aceitas, elas são, ao mesmo tempo, transcendidas, e a Noite Escura da alma desaparece então. Se a Noite Escura da alma dura, isto quer dizer que não há transcendência das zonas de sombra e que estas não querem ser observadas, na Transparência, na Humildade e na Simplicidade.

Questão: Há uma diferença entre a Crucificação e a Noite Escura da alma?

Isto é diferente para cada um, mas o que se estabeleceu, agora, é um fenômeno coletivo, vocês compreenderam, que vai, de alguma forma, sincronizar o caminho de cada um, sobre a mesma Verdade. Para alguns, isto será concomitante, para outros não. Mas quanto mais o tempo Terrestre avança, mais este tempo tende a desaparecer. Esta distância tende a desaparecer entre os dois mecanismos.

Questão: Por que é tão difícil não mais chafurdar na dualidade?

Isto é muito fácil. O que é difícil, é Abandonar a pequena pessoa: é o mesmo princípio que vos conduz do que vocês chamam a vida à morte. Quem aceita sua morte quando ela lhe é anunciada por uma doença? Salvo que, ai, vocês passam da morte à vida e no entanto, vocês não podem aceder à Autonomia e à Liberdade se vocês não aceitar se liberar, totalmente, do conhecido para viver o desconhecido. Isto se chama (e se chamará sempre) o medo, que está inscrito nos mecanismos mesmo de sobrevivência da personalidade. O maior dos paradoxos da personalidade é de se crer imortal, enquanto que, quando vocês retornam em outra vida, o que resta da personalidade que existia antes? Estritamente nada. A personalidade tem medo da dissolução. É preciso se Abandonar. Isto se chama a Crucificação. Isto parece muito difícil, como tu o disseste, quando se está preso dentro. Enquanto que é um mecanismo muito simples, na Humildade, na Simplicidade e na Transparência. O que diz ser difícil é apenas o ego e sempre o ego e sempre o fogo do desejo.

Questão: Você pode nos fazer experimentar um espaço de Amor Incondicional?

Vocês o vivem a cada vez que nós estamos convosco. Vocês o vivem a cada vez que vocês se alinham. Se vocês não o vivem, é porque existe, no Interior de vocês mesmos, reticências e medos. Ninguém pode ultrapassar a Porta em vosso lugar e, para atravessar esta Porta, é preciso soltar, totalmente, tudo o que pertence ao corpo de desejo. O Abandono à Luz, é isto. Não há senão vocês que podem realizá-lo, do Interior.

Nós não temos mais perguntas, nós te agradecemos.

Irmãos e Irmãs encarnados na carne desta Terra, na terra desta carne, eu vos proponho um espaço de Comunhão entre nós e eu espero revê-los, e estar ao vosso lado, para alguns dentre vocês.


… Efusão Vibratória…

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Versão do francês: Asul

via: www.toquenaunidade.com.br