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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

PROTOCOLO: LIBERAÇÃO DOS APEGOS COLETIVOS - NOVA POSSIBILIDADE - AUTRES DIMENSIONS


Posted: 07 Nov 2011 03:57 PM PST
DO SITE AUTRES DIMENSIONS.

Importante a partir de maio de 2011 - Atualizado em 7 de novembro de 2011

Os apegos coletivos são diretamente religados às estruturas do cérebro ditas reptilianas, agindo junto a todo ser humano, além da vivência individual ou de qualquer construção inicial.

Trata-se, portanto, assim como o instinto de sobrevivência, de dados inscritos na espécie e não mais ligados a uma vivência pessoal e individual.

Esses apegos exprimem-se através dos esquemas disfuncionais precoces, construções neuronais e comportamentais vindas dos primeiros arquétipos reencontrados.


Se a alma vive esses arquétipos de maneira harmoniosa, as construções serão, elas também, harmoniosas.

Se o reencontro com o arquétipo traduz-se por um medo ou por um perigo qualquer, a construção tornar-se-á desarmoniosa.

O arquétipo é então vivido como potencialmente perigoso levando, ao nível do cérebro reptiliano, estratégias específicas chamadas submissão, esquiva ou negociação, fazendo com que, a cada reencontro de situações análogas, a pessoa, num modo totalmente inconsciente, vai se ver ditar suas ações e comportamentos pelas ditas construções e estratégias que se tornam, então, inadequadas.

Essas estratégias são ditadas por nosso cérebro arcaico e escapam a um controle consciente neocortical.
Essa visão foi desenvolvida na abordagem psicológica dita cognitivo-comportamental.

Por exemplo, se uma pessoa recebeu, durante sua educação, a injunção comportamental frequente de lavar as mãos, ela vai desenvolver uma das estratégias seguintes:

Submissão: ela lava frequente as mãos.

Esquiva: ela não toca nada que possa sujar as mãos. A estratégia, aqui, será evitar encontrar-se confrontada ao engrama inicial, de modo análogo.

Negociação: ela leva luvas ou não consegue decidir-se entre lavar as mãos ou não tocar. Há, aqui, alternância, sem fim, entre a submissão e a esquiva.

Durante o período atual de transição e de Ascensão, aqueles que nos acompanham de outros planos propõem-nos participar do conjunto da liberação da totalidade dos engramas de confinamento da humanidade.

Cinco deles (descritos abaixo) são fundamentais e prioritários durante este período, neste objetivo específico de liberação dos apegos coletivos.

Os cristais são ferramentas particularmente eficazes para descristalizar esses esquemas disfuncionais precoces, apoios dos apegos coletivos.

Apegos (afetivos)

Indicador comportamental: Sentir-se escravo de seus apegos afetivos (pesados, densos) e/ou ter dificuldades para fazer o luto de uma pessoa querida que desapareceu (ou o extremo oposto).
4 Rodocrositas

Apegos (materiais)

Indicador comportamental: A necessidade de prender-se às posses é mórbida. O medo de perder o dinheiro ou os bens predomina. A necessidade de acumular é incontrolável (ou o extremo oposto).
4 Quartzos esfumaçados (fumés)

Apegos (no sentido global)

Indicador comportamental: Pessoa que manifesta apegos excessivos a qualquer coisa ou pessoa. O corolário sendo uma dificuldade e uma resistência às mudanças bastante marcada (ou o extremo oposto).
4 Celestitas

Síndrome de abandono e de perda

Indicador comportamental: Sentimento de perda e de abandono no que diz respeito tanto a uma pessoa, a uma situação, a um objeto,... considerado como importante (ou o extremo oposto).
4 Calcedônias claras

Medos arquetípicos

Indicador comportamental: Personalidades atrofiadas, restritas, onde o medo de sua própria vida e/ou de uma desgraça próxima «que deve chegar» é onipresente (ou o extremo oposto).
4 Obsidianas olho celeste

SEGUNDA POSSIBILIDADE: Um protocolo reagrupando os cinco apegos coletivos

Essa possibilidade complementar foi proposta por ANAEL, no início de novembro de 2011.

Realizar esse protocolo sobre os cinco Apegos Coletivos, quando de uma mesma sessão, permite liberar, durante este período, o conjunto de medos presentes no confinamento, coletivamente.

A resultante desses diferentes medos é, paradoxalmente, o medo da dissolução do confinamento (ou, do ponto de vista da “lagarta”, o medo arquetípico da morte, do qual decorrem todos os outros medos).

. A posição é idêntica àquela descrita para a primeira possibilidade.
. Os cristais são aqueles correspondentes a todos os apegos, utilizados ao mesmo tempo, imperativamente, nessa ordem, da esquerda para a direita: 4 quartzo esfumaçados (fumes), 4 rodocrositas, 4 calcedônias, 4 celestitas e 4 obsidianas olho celeste.
. cada série de cristais é colocada, de maneira idêntica, a cada orientação (à frente, à direita, atrás, à esquerda), conforme as indicações dadas no esquema abaixo.



. uma vez os cristais colocados, senta-se em face não importa de qual grupo de cristais, pela duração do protocolo.
. a duração, a frequência, a escolha de uma das possibilidades, a um dado momento, dependem, unicamente, de seu sentir.

Enviado por Rosa
Compartilhamos estas informações em toda transparência. Obrigado por fazer do mesmo modo, se deseja divulgá-lo, reproduza a integralidade do texto e cite sua fonte: www.autresdimensions.com.
Versão do francês: Célia G. http://leiturasdaluz.blogspot.com
via: http://www.minhamestria.blogspot.com

domingo, 30 de outubro de 2011

ARMADILHAS E CILADAS NO CAMINHO DA ASCENÇÃO



“Nas minhas viagens pela vida como ser espiritual, psicólogo espiritualista e discípulo do caminho, tomei consciência de muitas das armadilhas e ciladas que se encontram no caminho espiritual. Considero-me até especialista no assunto, pois tive a experiência de cair na maioria delas.

Recomendo, convicto, a meditação sobre a lista que apresento a seguir. Embora breve em palavras, é profunda em intuições. O meu propósito ao partilhar estas situações é poupar, ao maior número de pessoas possível, sofrimento desnecessário, carma negativo e os atrasos no caminho da ascensão, provocados pelo desconhecimento e pela ignorância.

O caminho espiritual é bastante fácil num plano e incrivelmente complicado em outro. O ego negativo e as forças das trevas espalham sedução e apegos, imensos complexos e ardilosos desafios em cada passo do Caminho.

Cometer erros e cair nessas armadilhas é normal. A minha preocupação é evitar que as pessoas que buscam o seu Caminho, fiquem enredadas nas ciladas por longos períodos, ou mesmo vidas inteiras.”

Eis, então, as armadilhas e as ciladas mais comuns:

1. Abrir mão do seu poder pessoal, concedendo-o a outras pessoas, à mente subconsciente, ao ego negativo, aos cinco sentidos, ao corpo físico, ao corpo emocional, ao corpo mental, à criança interior, a um guru, aos mestres ascensionados, a Deus, a tudo o que for externo.

2. Amar os outros, mas não a si mesmo.

3. Não reconhecer o ego negativo como fonte de todos os problemas.

4. Concentrar-se em Deus, mas deixar de integrar e educar de modo correto, a sua criança interior.

5. Comer incorretamente e não fazer exercícios físicos suficientes, o que resulta em doença física e limitação nos outros níveis.

6. Mergulhar profundamente na vida espiritual mas não reconhecer o plano psicológico, que precisa ser compreendido e dominado.

7. Desejos, desejos e mais desejos materiais.

8. Exercer poder sobre os outros depois de alcançar o sucesso.

9. Desligar-se demais das coisas da Terra, o que prejudica o corpo físico.

10. Tentar escapar da Terra, em vez de criar o Céu na Terra.

11. Ver apenas as aparências, em vez de observar a verdadeira realidade que está por detrás de todas as aparências.

12. Tentar tornar-se Deus, em vez de perceber que você já é o Eu Eterno, como todas as outras pessoas o são.

13. Não perceber que você é a causa de tudo.

14. Servir os outros totalmente, antes de se tornar auto-realizado dentro de si mesmo.

15. Pensar que existe algo que se possa chamar de raiva justificada. A raiva é uma armadilha perigosa.

16. Tornar-se um extremista, e não ser moderado em todas as coisas.

17. Pensar que precisa ser asceta para tornar-se um ser espiritual.

18. Tornar-se sisudo demais, deixando de ter alegria, felicidade e diversão suficientes na vida. Não há ascensão sem alegria.

19. Ser indisciplinado e deixar de perseverar incessantemente nas suas práticas espirituais.

20. Abandonar as práticas e estudos espirituais quando se envolve num relacionamento.

21. Dar prioridade a um relacionamento, em detrimento de si e do seu processo interno. Essa é outra armadilha traiçoeira.

22. Deixar que a criança interior governe a sua vida.

23. Ser crítico demais e duro demais para consigo mesmo.

24. Deixar-se enredar pelo glamour e ilusão dos poderes psíquicos.

25. Tomar posse do seu poder pessoal, mas não aprender ao mesmo tempo a submeter-se ao seu Cristo interno.

26. Abdicar do seu poder pessoal quando estiver fisicamente cansado.

27. Esperar que Deus e os mestres ascensionados resolvam todos os seus problemas.

28. Viver no piloto automático e relaxar a vigilância.

29. Entregar o seu poder a entidades que se possam comunicar consigo.

30. Ler demais e não meditar o bastante.

31. Deixar que a sexualidade o domine, em vez de dominá-la.

32. Identificar-se excessivamente com seu corpo mental ou emocional, sem atingir o equilíbrio.

33. Pensar que precisa ser um canal para outras vozes, ver ou experimentar toda a espécie de fenômenos mediúnicos a fim de se tornar espiritualizado ou ascender.

34. Forçar a elevação da sua kundalini.

35. Forçar a abertura dos seus chacras.

36. Pensar que o seu caminho espiritual é melhor que o dos outros.

37. Julgar as pessoas em função do nível de iniciação que alcançaram.

38. Partilhar o seu nível "avançado" de iniciação com outras pessoas.

39. Contar aos outros o seu "bom trabalho espiritual", em vez de simplesmente centrar-se na sua humildade. “Não saiba a tua mão esquerda o que fez a tua mão direita”.

40. Pensar que as emoções negativas são algo imprescindível.

41. Isolar-se dos outros e achar que isso é ser espiritualista.

42. Considerar a Terra um lugar terrível.

43. Entregar o seu poder à astrologia ou à influência dos astros, como fatores externos e incontornáveis.

44. Apegar-se demais às coisas e às pessoas.

45. Viver desapegado demais com relação à vida; não se esforçar rumo ao "desapego envolvido".

46. Viver preocupado demais com o Eu; e não se dedicar o suficiente a servir os outros.

47. Enredar-se nas numerosas teorias equivocadas da psicologia tradicional, pois cada uma delas não passa de uma fina fatia da torta inteira.

48. Ser místico demais ou ocultista demais, e não se esforçar para integrar os dois lados.

49. Desistir no meio das grandes adversidades. Essa é uma das piores armadilhas. Nunca desista! Nunca, jamais deve desistir!

50. Achar que o sofrimento que o incomoda - seja em que nível for - não irá passar.

51. Concentrar-se demais no nível de iniciação que alcançou, ou aguardar com ansiedade exagerada o momento da ascensão, em vez de se preocupar com o trabalho que precisa ser feito.

52. Deixar-se enredar pelos poderes espirituais em vez de reconhecer que o amor é, de entre todos, o maior poder espiritual.

53. Denegrir outros grupos espiritualistas ou metafísicos, em vez de buscar o trabalho conjunto e a unificação, mesmo que esses grupos não estejam inteiramente sintonizados com todas as suas crenças.

54. Deixar-se enredar no dogma da religião tradicional, ou quaisquer outros dogmas.

55. Pensar que precisa de um sacerdote, que aja como intermediário entre si e Deus.

56. Usar as suas crenças espirituais para gerar divisão, elitismo ou uma condição especial indevida.

57. Tornar-se fanático demais pelas suas próprias crenças.

58. Achar que pode alcançar a iluminação por meio de drogas ou algum tipo de pílula mágica. Essa é uma das piores formas de ilusão!

59. Achar que outras pessoas não precisam trabalhar no seu caminho espiritual.

60. Sobrevalorizar o relacionamento com os filhos em detrimento das relações consigo mesmo e com o seu Cristo interno.

61. Enredar-se em todas as atrações deste mundo material, realmente fascinante.

62. Envolver-se demais no amor a uma só Pessoa, em vez de expandir o seu amor para englobar muitas pessoas, e todos os outros, de forma incondicional.

63. Enredar-se na dualidade, em vez de buscar equilíbrio mental, paz interior e equidade em todos os momentos; se você não transcender a dualidade, continuará a sentir-se vítima da sua própria montanha-russa emocional, sacudindo-se de um lado para o outro entre os altos e baixos da vida. A alma e o espírito pensam com uma consciência transcendente, que não tem ligação com essa lufa-lufa quotidiana.

64. Ser pai ou filho, mãe ou filha no relacionamento a dois, em vez de assumir a condição de adulto.

65. Pensar que precisa sofrer na vida. Isto é tremendamente falso!

66. Ser ou querer ser um mártir do caminho espiritual.

67. Precisar de controlar os outros.

68. Ter ambição espiritual.

69. Precisar de simpatia, amor ou aprovação.

70. Ter necessidade de ser um Mestre.

71. Ser hipersensível ou, no outro lado da moeda, duro demais.

72. Assumir responsabilidades no lugar dos outros.

73. Ser ou querer ser um salvador.

74. Servir por motivos egoístas e pensar que está a acumular mérito espiritual.

75. Pensar que é espiritualmente mais avançado do que realmente é; por outro lado, pensar que é menos avançado do que realmente é.

76. Ser famoso e cultivar a dependência da fama.

77. Dar importância indevida à busca da paixão ou da alma gêmea, e não perceber que a sua própria Alma - e a Mônada - são aquelas que, na verdade, o podem complementar e saciar interiormente.

78. Pensar que precisa de um relacionamento romântico para ser feliz.

79. Necessitar ver-se no centro do palco; ou, no outro lado da moeda, preferir sempre esconder-se pelos cantos.

80. Trabalhar e esforçar-se demais, exaurindo-se fisicamente, ou, no outro lado da moeda, distrair-se demais e não se ocupar dos assuntos do Pai.

81. Procurar orientação em médiuns e não confiar na própria intuição.

82. Entregar-se, neste plano ou no plano interior, a mestres que não sejam ascensionados e que, logicamente, também têm uma compreensão e concepção limitadas da realidade.

83. Fazer do caminho espiritual um hobby, e não o "fogo devorador".

84. Perder tempo demais em frente da TV, na Internet, com jogos de vídeo, ou lendo romances fúteis, e assistindo a filmes violentos.

85. Gastar quantidades imensas de tempo e energia por falta de organização e administração adequada do tempo.

86. Pensar que discutir com os outros é algo que lhe sirva a si, ou sirva a outras pessoas.

87. Tentar vencer ou estar certo, em vez de se esforçar por amar e compreender.

88. Enfatizar demais a intuição, o intelecto, o sentimento e o instinto, em vez de perceber que tudo isso precisa ser equilibrado e integrado, cada qual na sua devida proporção; a cilada, aqui, é identificar-se excessivamente com um deles.

89. Devotar-se a um guru que o diminui e o divide, em vez de se dedicar ao Eu espiritual que é você mesmo, e cultivar o seu próprio Cristo interno.

90. Tentar permanecer aberto todo o tempo, em vez de saber como abrir e fechar o seu campo energético, de acordo com as necessidades.

91. Não saber dizer não aos outros, à criança interior ou ao ego negativo.

92. Pensar que a violência ou qualquer tipo de agressão contra os outros lhe vai trazer aquilo que você deseja, ou que sirva a Deus de algum modo.

93. Culpar Deus ou irritar-se com Ele ou contra os mestres ascensionados por causa dos próprios problemas.

94. Quando suas orações não forem atendidas, pensar que Deus e os mestres ascensionados não estão respondendo às suas preces.

95. Comparar-se com outras pessoas, em vez de perceber que somos únicos, e que as potencialidades, as circunstâncias e as vivências do outro não são as suas.

96. Pensar que ser pobre é ser espiritualizado. Pensar que é preciso ser rico para ser feliz e espiritualizado.

97. Comparar-se e competir com os outros por causa dos níveis de iniciação e ascensão.

98. Assumir o papel de vítima diante de outras pessoas ou do seu próprio corpo físico, emocional ou mental, desejos, cinco sentidos, ego negativo, eu inferior.

99. Estudar demais e não manifestar os seus conhecimentos no mundo real.

100. Pensar que o seu mau humor é a verdadeira realidade de Deus.

101. Pensar que o valor reside em fazer e alcançar coisas.

102. Pensar que você não precisa de se proteger espiritual, psicológica e fisicamente.

103. Pensar que glamour, ilusão, ego negativo, medo e separação, são a verdadeira realidade.

104. Usar açúcar, café e refrigerantes e outros estimulantes artificiais para obter energia física.

105. Tentar fazer tudo sozinho e não pedir a ajuda a Deus; ou, no outro lado da moeda, pedir a ajuda de Deus e não se ajudar a si mesmo.

106. Deixar de amar as pessoas porque elas o estão a tratar mal ou dando um exemplo negativo de egoísmo; não distinguir a pessoa de seu comportamento.

107. Perder a fé na realidade viva da Alma, da Mônada, de Deus e dos Mestres Ascensionados, e na capacidade que eles têm de ajudá-lo.

108. Pensar que apenas as outras pessoas podem atingir a ascensão, ou ser Luz no mundo, ou pelo menos não nesta vida.

109. Tentar atingir a ascensão para fugir dos problemas quotidianos.

110. Pensar que a Terra é uma prisão, e não reconhecê-la como um Paraíso em evolução.

“Tudo o que existe no universo divino é governado por leis - físicas, emocionais, mentais e espirituais. Aprendendo a compreender essas leis e tornando-se obediente às mesmas você trilhará o caminho da ascensão.”

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Joshua David Stone, Ph.D em Psicologia transpessoal, foi conselheiro conjugal, familiar e infantil, licenciado para a prática de hipnose. Nas suas atividades ligadas ao Campo Espiritual, dirige o Ashram de Djwhal Khul, Senhor Maitreya e Melquisedeque, no Plano Interior. É fundador do Center for "Ascension in the Ligth" na California, que mais tarde se passou a chamar "Melquisedeque Synthesis Ligth Academy" e hoje se chama "I Am University" (com sede na Áustria). É reconhecido como uma das principais autoridades no campo da Ascensão Espiritual Integrada.BJOS VIOLETASL.

Fonte: http://aluisionestelar.ning.com
Por: Lisa Teixeira
http://muraldecristal.blogspot.com        
Outubro / 2011

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

SRI AUROBINDO - 17-10-2010 - AUTRES DIMENSIONS


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SRI AUROBINDO - 17-10-2010 - AUTRES DIMENSIONS

Eu sou Sri Aurobindo. 
Irmãos e irmãs na humanidade, eu lhes apresento minhas saudações e minhas homenagens.

Eu voltei porque o conselho dos Melquizedeques me pediu para expressar-lhes alguns elementos com relação a uma palavra importante. 
Essa palavra é a palavra medo para permitir que apreendam, além das palavras, se isso for possível, o que representa o medo para a humanidade encarnada hoje.

O medo é uma secreção do mental. 
O medo é uma secreção, mais especificamente, da parte arcaica de seu cérebro. 
O medo é, potanto, uma secreção, ele não é vocês. 
O medo é um elemento bloqueador e congelante, impedindo encontrar o instante presente e estabelecerem-se em sua Presença.

O medo é ou o medo da repetição de uma situação já vivenciada, ou da apreensão de algo desconhecido, vindo modificar um equilíbrio pré-estabelecido tendo conferido, na personalidade, um sentimento de equilíbrio e de segurança.

Existe certo número de medos, ditos arquetípicos, relativos, por exemplo, ao medo da morte, ao medo da doença, ao medo do abandono, certo número de medos oriundos de experiências traumatizantes, vivenciadas ou individualmente, ou ao nível coletivo de toda humanidade.

O medo é um elemento paralisante. 
É uma emoção originada do mental e que induz, literalmente, uma ação, uma reação. 
Esta ação e esta reação podem estar impregnadas, com frequência, do que é denominado ansiedade ou estresse, traduzindo a perda, a ruptura de um equilíbrio Interior, que esse equilíbrio Interior seja estabelecido na personalidade, como na realização do Si.

O medo é, portanto, o que se opõe, formalmente, ao estabelecimento da Alegria, à manifestação da Alegria. 
O medo é literalmente uma secreção, ou seja, ele é elaborado a partir do zero, frequentemente sem qualquer suporte real.

O medo se manifesta pela antecipação, pela projeção de uma Ilusão sobre outra Ilusão. 
De fato, tudo é função do olhar, do olhar que você leva e do ponto de vista que você leva. 
Se a Consciência está estabelecida no Si, no Coração, naquele momento, o medo não tem mais qualquer razão de existir porque, o Coração sendo encontrado, não pode ali haver aniquilação, mesmo pela supressão de toda forma de vida na Dualidade, dessa Alegria inextinguível que é o Coração.

O medo é, portanto, uma secreção que visa impedi-los, por sua estruturação e por seu impacto ao nível mesmo químico, de realizarem sua Presença a vocês mesmo em seu Coração.

É preciso diferenciar os medos ligados às projeções dos medos ligados ao desconhecido, porque os medos ligados ao desconhecido irão se manifestar sistematicamente logo que a Consciência humana é confrontada a um elemento irrompendo na realidade comum.

Apenas na imersão total em alguns estados de Consciência ligados ao Coração, em ressonância com o Coração, é que nenhum medo pode vir perturbar um estado de Consciência ligado ao que é chamado de Maha Samadhi ou Grande Samadhi, realizado por alguns seres.

Independentemente desse estado tão particular de realização do Maha Samadhi, do estado de Samadhi absoluto, o ser humano estará sujeito a esse medo do desconhecido, porque isso está engramado no cérebro arcaico e, portanto, independe de qualquer manifestação da Consciência Unitária.

Este medo visa, antes de tudo, uma preservação desse veículo que é chamado de corpo. 
Deste modo, tudo o que vier ameaçar a própria existência desse corpo vai se traduzir por um medo traduzindo, novamente, um desejo de fuga e um desejo de evitar um medo vindouro ou um sofrimento vindouro.

O medo é, portanto, uma manifestação emocional, resultante de algo que não é conhecido, apreendido, experimentado no mental. 
O que acontece, hoje, ao nível da humanidade toda inteira encarnada, meus Irmãos e minhas Irmãs, é a volta do Supramental tal qual eu anunciei em minha vida.

Hoje, em seus termos, vocês chamam isso de Onda Galáctica. 
Essa Onda Galáctica que eu tinha percebido, visto, não vem sozinha. 
Ela se acompanha de certo número de manifestações inéditas, portanto desconhecidas para sua Consciência comum.

Essa irrupção de outra realidade, de outra Dimensão, se preferem, em sua Dimensão de vida mesmo Ilusória, vai provocar, de forma muito natural, um sentimento de retração e de medo, comunicativo pela egrégora de medo existente nesse planeta.

Este medo tornar-se-á, ao nível coletivo, um elemento tangível, perceptível que virá traduzir, em sua Consciência, a reação que vocês têm, de maneira geral, a título individual, frente ao desconhecido. 
O que vem é Luz, mas a Luz lhes é desconhecida. 
O que vem é revelação e desvendamento do que lhes foi velado.

Essa irrupção do desconhecido irá se traduzir, inicialmente, por uma resposta emocional coletiva do tipo medo ou negação, traduzindo-se, em um segundo momento e em um terceiro momento, por um período de negociação, ou de negação, para alguns. 
Essa negação podendo se traduzir, ao nível sempre emocional, pela raiva e por uma recusa.

E depois, diante do estabelecimento de certo número de fatos, bem reais mesmo em sua Ilusão, virá, definitivamente, para alguns, um estado de aceitação desse desconhecido, porque haverá uma reconexão real em portanto, uma identificação do que lhes parecia desconhecido, como perfeitamente conhecido e perfeitamente identificável. 

Isso sendo colocado, convem compreender que a Consciência comum passará sistematicamente, em todo ser humano, por várias dessas etapas. 
A aceitação intelectual, a aceitação ao nível conceitual ou ao nível da percepção, não os impedirá, no momento oportuno, de experimentar e de sentir, a menos que estejam imerso em seu Maha Samadhi, de experimentar esse sentimento de medo.

A rapidez com que vocês transformarão este medo, esta secreção, a rapidez com que vocês serão capazes de se estabelecer no Coração, permitir-lhes-á sair da emoção e instalarem-se num estado específico de Samadhi.

Esse Samadhi foi denominado de diferentes modos. 
Em termos médicos, isso poderia se assemelhar a uma catalepsia. 
Em linguagem mais, eu diria de sua época, isso se chama um fenômeno de estase.

A capacidade de sua consciência limitada para penetrar as esferas do Ilimitado e para se abandonar à Luz, como foi definido em várias reprises, será sua garantia da aceitação dos fatos, porque são desses fatos que se trata e não de projeções. 
A chegada da Luz é um fato. 
A modificação de seu sistema solar é uma realidade e uma verdade, quer queiram ou não, quer vocês aceitem ou não.

Nós não estamos no domínio das percepções que pertencem a cada um, mas nós estamos no domínio das percepções globais e globalizantes, que se estabelecem como fato indubitável e perfeitamente real, em sua realidade.

O que vem se estabelecer, é a Verdade. 
É o retorno da Luz Supramental. 
O medo é, portanto, secretado pelo mental, porque o mental é a negação do Supramental, assim como o ego e a personalidade são a negação total da existência do Si ou de um estado outro que a personalidade. 
É o que vocês são chamados a viver, de maneira iminente, em termos humanos e em termos Terrestres.

Como uns e outros lhes disseram, a Terra decide, em sua Consciência (pela lei de atração e de ressonância que colocará em ação a Merkabah Interdimensional coletiva e a Merkabah da própria Terra), e criará as condições propícias ao desvendamento. 
Esse desvendamento, que está em curso em suas Cruzes e sobre seu Sol e sobre os outros planetas do sistema solar, tocará muito em breve a Terra.

Tentem, para compreender o mecanismo, ver quais foram suas reações frente aos seus próprios medos, que isso seja o medo do abandono, o medo da falta, que isso seja o medo da doença ou o medo da morte.

Qualquer que seja este medo, observem quais são as condutas de esquiva, quais são as reações que vocês adotaram naqueles momentos, porque há todas as chances de que as etapas que vocês têm a passar, naquele momento, estejam em perfeita ressonância com o que vocês vivenciaram como medo até agora.

Se vocês têm medo de vazio, vocês viverão as mesmas sensações que o medo de vazio. 
Se vocês têm o medo de faltar, vocês viverão a mesma sensação quando se colocarem na situação de falta.

É para isso que não se deve dar crédito, porque é isso que se manifestará, mas não será absolutamente a Verdade do que será vivenciado pelo desvendamento da Luz. 
Será apenas projeção de seus próprios medos e de suas próprias reações aos seus próprios medos, nesses momentos precisos. 
Alguns entrarão então em resistência e em negação, de maneira prolongada, o que será prejudicial para a entrada na estase ou no Coração.

Outros, tendo reconectado a Luz, compreenderão imediatamente do que se trata. 
Cada um, de fato, viverá seu próprio estado Vibratório do momento, em função de seu referencial e de suas experiências vividas. 
Vocês não podem lutar contra o medo com a esquiva. 
Vocês não podem lutar contra o medo com sua própria vontade ou com seu próprio conhecimento.

Apenas na aceitação e não na negação é que se encontra a solução para o medo. 
O que é importante gravar, em algum lugar de sua Consciência, mesmo limitada, é que o que vem é apenas Alegria, o que vem é apenas Revelação, o que vem é apenas manifestação da Luz Unitária. 
Qualquer que seja o filtro que queira ali aplicar sua consciência limitada, é efetivamente disso que se trata. 
Isso é, unicamente, apenas o retorno da Luz.

Esses são os alguns elementos que queria compartilhar com vocês, porque o elemento medo é certamente o que intervem na humanidade, em sua totalidade. 
Porque vocês são de qualquer maneira uma totalidade, quer queiram ou não, na Ilusão. 
Independentemente de seu nível de Consciência pessoal e de seu estado de realização de Si, vocês estão, no entanto, submetidos a um ambiente coletivo planetário. 
A emoção que vai se manifestar, em um primeiro momento, pode ser denominado um choque.

Esse choque é, de algum modo, uma sideração. 
Essa sideração, desembocando no medo coletivo, ao qual, obviamente, convirá nem se identificarem de nenhuma maneira nem aderirem, porque esse não é seu medo, assim como não é seu choque.

Passado esses dois primeiros estágios, seguir-se-á o momento em que vocês identificarão vocês mesmos o que se produz como um medo pessoal, remetendo-os então aos medos existentes e que existiram em sua encarnação. 
O antídoto para o medo, naquele momento, não sendo nem a negociação nem a negação, mas, efetivamente, a aceitação desse desconhecido que vem.

De sua capacidade para se desidentificar desse veículo de medo, de sua capacidade para se descristalizar de seus apegos, será vivenciado, de maneira muito diferente, esse período. 
O acolhimento, o abandono e a aceitação da Luz que vem é um processo fundamental e novo ao nível da coletividade humana e vocês fazem parte, mesmo se vocês não realizaram o Si, dessa coletividade, ainda.

É aí que seu papel (para aqueles de vocês que terão revelado ou realizado o Si ou que terão acedido, de uma maneira ou de outra, ao seu corpo de Existência) tomará todo seu significado e sua importância, porque é graças a essa Merkabah Interdimensional que vocês conseguirão colocar em sintonia a Merkabah Interdimensional coletiva e a Merkabah Interdimensional da Terra. 
Essa etapa representa a primeira etapa da Ascensão. 
Ela é iminente. 
Não busquem data, não esperem nem temam nada.

Basta, simplesmente, estabelecerem-se cada vez mais facilmente em sua Consciência cardíaca, na Vibração do Coração, na Tri-Unidade, na Coroa Radiante. 
Aqueles de vocês que têm a chance de perceber, já, o Triângulo Sagrado ao nível do Sacrum, poderão viver esse período de medo com um estado de dissolução extremamente rápido do medo.

Aqueles de vocês que têm a chance de vibrar, já, no Fogo do Éter, na Coroa do Coração, poderão também ali se recorrer porque haverá, evidentemente, uma ressonância entre sua capacidade para se estabelecer no Coração e a Luz que vem, que é, obviamente, a Luz Vibral, exatamente a mesma que aquela que vocês vibram no seu Coração.

E, portanto, o sentimento do desconhecido coletivo será rapidamente substituído por um sentimento do conhecido e uma vivência conhecida porque é, definitivamente, o mesmo nível de Consciência que se manifesta, desta vez, ao nível da humanidade.

A irrupção, em sua realidade transitória chamada de 3ª Dimensão dissociada, de certo número de elementos pertencentes à Luz Vibral, em sua constituição como nos elementos que povoam, representa, indiscutivelmente, um choque importante para o conjunto da humanidade.

Nós disso temos estritamente Consciência, mas nós temos também confiança e Consciência de que aqueles de vocês que realizaram as Núpcias Celestes, por toda parte sobre esta Terra, como aqueles que se despertam, ainda hoje, para a realidade da Luz Vibral, serão, de algum modo, as garantias do bom desenrolar desta etapa. 
Como vocês sabem, a Luz se estabelecerá, mas ela pode ainda se estabelecer de diferentes modos.

Cabe a vocês escolherem, coletiva e individualmente. 
Quanto melhor vocês estiverem alinhados consigo mesmo e com sua Verdade final, melhor vocês permitirão àqueles que fazem parte de seu ambiente, por sintonia, por imitação, diluir o medo, porque alguns poderão compreender, naquele momento, que isso que vem é Luz, mesmo se ela é desconhecida.

Lembrem que quanto mais vocês afastarem o choque e o medo coletivo, mais vocês encontrarão rapidamente, e de forma nitidamente amplificada, o que vocês têm desde já vivenciado, que isso seja ao nível da Coroa Radiante da Cabeça, da Coroa Radiante do Coração ou do Sacrum, porque haverá, efetivamente, uma ressonância de suas estruturas Interiores, as mais em relação com a Vibração da Luz Vibral e do Amor.

Não há qualquer local melhor que outro. 
Não há qualquer lugar melhor que outro. 
Há apenas uma Lucidez, uma Atenção e uma Intenção a manifestar. 
Não é por acaso que o Arcanjo Miguel e o Arcanjo Anael lhes sugeriram para observar seus Céus e o Sol.

Mais do que nunca isso está valendo. 
Lembrem-se de que essa observação exterior corresponde ao que acontece em seu Interior. 
Assim, aqueles capazes, mesmo, de se conectarem à Consciência do Si, à Consciência cardíaca, vivem já as primícias no seu Coração, em seu peito.

Essa opressão e essa impressão de vastidão que invade o peito correspondem à realidade do que está acontecendo. 
A iminência (em nosso tempo, para nós, fora de seu tempo) está quase em sobreposição com a iminência de seu tempo.

As próximas semanas são momentos privilegiados para permitir-lhes encontrar o Si. 
A Ilusão de seu tempo que transcorre é doravante precioso. 
Cabe a vocês definirem suas prioridades.

Suas prioridades do momento determinarão sua evolução futura. 
A preparação, eu os lembro, é antes de tudo Interior. 
Certamente, uma preparação exterior pode ser concebível na condição de que ela não seja um álibi para fugir de sua preparação Interior.

Muitos de vocês, por diferentes canais, mesmo independentes do Coração, percebem e sentem essa iminência sem poder sempre explicá-la. 
Ela é real.

Ela se tornará cada vez mais palpável, a cada dia, a cada semana. 
Cabe a vocês, portanto, agora, trabalharem, não para evitar o medo e o choque coletivo, mas mais para se estabelecerem, cada vez mais facilmente, em sua Alegria Interior. 
Jamais as circunstâncias foram tão propícias para realizar este objetivo de Luz.

Aí está, meus Irmãos e minhas Irmãs, o que eu tinha para lhes dar, para lhes entregar. 
Se me é atribuído ainda um pouco de tempo, eu gostaria de tentar ali aportar um esclarecimento complementar, se houver em vocês questionamentos. 

Pergunta: Os medos da infância, que não se sente mais, podem ainda aparecer? 
Querida Irmã, como eu me expressei, é totalmente isso que acontecerá. 
A secreção do medo e a estratégia do choque, desencadeadas por essa irrupção de outra realidade em sua realidade ilusória, despertará, em todo ser humano, dos medos arquetípicos. 
É inevitável. 

Pergunta: Ter a impressão de que o Coração está apagado ou afastado, assim como os arrepios no corpo, faz parte desse processo? 
Totalmente. 

Pergunta: Convem ir o mais profundo nos medos quando eles ressurgem? 
Não. 
A Atenção e a Consciência seguem aí onde vocês colocam sua Intenção. 
A única Atenção e Intenção a aplicar é aquela do Coração. 
Não é questão de negar o que ali se manifestará, mas de não lhe dar peso nem consistência. 
Vocês não podem superar o medo mergulhando nele. 
Vocês apenas podem superar o medo coletivo ou individual estabelecendo-se no Coração. 

Pergunta: Os animais domésticos sentirão esses medos e o que se pode fazer por eles? 
No que diz respeito aos animais, não há qualquer medo a ter por eles, da mesma forma que pelas crianças. 
O medo coletivo humano afetará apenas muito pouco o sentido animal e o instinto do animal. 
Lembrem-se de que esse medo está situado ao nível do mental e unicamente ao nível do mental. 
Os animais não têm medo da Luz. 

Nós não temos mais perguntas. Nós os agradecemos. 

Irmãos e Irmãs na humanidade, nós estamos com vocês e nós nos regozijamos. 
Que a Paz esteja em vocês.

Até breve. 

Mensagem do Bem Amado SRI AUROBINDO no site francês: 
17 de outubro de 2010 (Publicado em 22 de outubro de 2010) 
Tradução para o Português: Zulma Peixinho
REVISÃO: Célia G. - http://leiturasdaluz.blogspot.com